Apesar de um lançamento sem fanfarra, a firma de venture capital Igah Ventures teve uma marca importante a comemorar no ano de estreia: a captação para o seu fundo de investimentos foi de US$ 130 milhões, superando a meta inicial de US$ 100 milhões. Sorte de principiante? Nem tanto. De novo nessa história só há o nome da gestora. Os nomes por trás da Igah acumulam bagagem – ela nasceu da junção de duas empresas com rodagem: a e.bricks ventures (de Pedro Melzer, Eduardo Melzer e Márcio Trigueiro), e a Joá Investimentos (de Luis Felipe Magon, Gilberto Sayão, Rodrigo ...
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