Mesocarpo de frango da Beyond Meat e bacon da Upton’s Naturals feitos com proteína vegetalUma série de startups nos EUA estão apostando suas fichas em produzir uma novidade categoria de mantimentos baratos, saudáveis e que eliminam os impactos ambientais da geração de animais para abate. São shakes que prometem substituir uma repasto por moderar todos os nutrientes que uma pessoa precisa e carnes à base de vegetais porquê soja, ervilha e trigo que são produzidas a partir de uma tecnologia que reproduz a textura e o sabor de um pedaço de mesocarpo bicho.
Os objetivos são oferecer conveniência no preparo de refeições, uma escolha suculenta para àqueles que querem uma comida mais procedente e uma opção para atender à crescente demanda por provisões em todo o mundo, que pode superar a nossa capacidade produtiva. Os investidores do Vale do Silício estão injetando milhões de dólares nessas startups que pretendem mudar a forma porquê vamos nos cevar no horizonte.
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Cá nos EUA é muito fácil encontrar esses produtos nas prateleiras do supermercados, mormente em redes focadas em comida originário, porquê a Whole Foods, onde eles já são destaque há alguns anos. Resolvi testar alguns produtos que encontrei cá em Chicago para relatar a experiência de consumir essa comida 2.0.
Minha avaliação será com base somente no sabor e textura. O objetivo não é instaurar o valor nutricional ou fazer um julgamento sobre a validade ou não de consumir mesocarpo, mas narrar exclusivamente sobre as impressões ao testar esses vitualhas que ainda não são comuns na mesa da maioria das pessoas.
Para quem quer saber mais sobre o processo de desenvolvimento desses vitualhas, recomendo essa material publicada no ano pretérito, no Estadão, que dá mais detalhes.
A tirinhas de frango da Beyond Meat e o bacon da Upton’s Naturals fora da embalagemAs tirinhas de “frango de patranha”
Minha primeira façanha foi com as tiras de frango feitas com proteína vegetal da marca Beyond Meat, do sul da Califórnia. Paguei murado de US$ 4 dólares por um pacote com 340 gramas.
A Beyond Meat usa uma tecnologia criada na universidade do Missouri para reproduzir a textura de mesocarpo de verdade. A marca foi uma das primeiras a inovar no ramo e conseguir resultados expressivos. Diz a mito que uma vez, por ilusão, a rede de supermercados Whole Foods colocou à venda algumas saladas de frango preparadas com o frango da empresa e que nenhum consumidor percebeu a troca.
Decidi preparar o resultado de diferentes formas para sentir o resultado. Testei inicialmente no microondas, aquecendo por alguns segundos, de convénio com as instruções da embalagem. Ah, se compunção matasse! A textura e o paladar de borracha logo me deixaram chateada pelas calorias ingeridas sem prazer.
Microondas, porém, não costumam fazer jus ao sabor de nenhum maná. Fiz, logo, um segundo teste, seguindo outro modo de preparo mencionado pelo operário. Fritei as tirinhas em um fio de óleo em uma frigideira e… voilá! A mudança foi impressionante e só logo pude perceber o verdadeiro potencial do resultado.
Uma casquinha fininha se formou em volta das tirinhas, porquê em um frango grelhado de verdade. Por dentro as tirinhas estavam fibrosas e se desfizeram em fiapos grossos, muito similares ao de um peito de frango tradicional. Uma certa textura borrachuda, porém, permaneceu. E ficou evidente que é importante temperar muito esse tipo de resultado para um resultado gratificante. O paladar oriundo não agrada.
O último teste foi incorporar as tirinhas a outros vitualhas para ver o resultado. Primeiro acrescentei as tirinhas a uma sopa. Zero feito! A artificialidade ficou ainda mais evidente. Mas em um segundo teste, no qual fiz um sanduíche e misturei as tirinhas com salada e molho, o resultado foi muito melhor.
No universal, achei o paisagem visual e a textura interessantes, mas ainda não são uma imitação perfeita de um pedaço de mesocarpo bicho. Para quem simpatizar com o sabor e textura, é umas opção válida. Para mim, faltou um sabor a mais que me motivasse a querer comprar o resultado de novo no supermercado.
Bacon vegetal
O segundo teste foi com o bacon da marca Upton’s Naturals, daqui de Chicago, especializada...
em produzir mesocarpo vegana/vegetariana. Paguei US$ 5.45 em pacote de 141 gramas de bacon.
O visual não é lá grandes coisas, mas, ao contrário do frango, o resultado foi positivo desde a primeira mordida. O sabor bastante leal ao de um bacon logo se espalha pela boca e surpreende. O problema, porém, está na textura. Mesmo fritando as tirinhas, elas não adquirem a crocância do bacon original.
Outro fator é que a gordura é um dos componentes que faz o bacon ter o sabor de bacon que agrada a tantos paladares. A pouquidade dela na versão vegetal torna impossível uma imitação leal do sabor. A troço boa foi que o bacon ajudou a dar um pouco mais de palato às tirinhas de frango que mencionei supra. Para quem não come mesocarpo e deseja sentir de novo o gostinho do bacon é uma boa opção.
Soylent, a bebida que promete expelir a premência de consumirA bebida que vale por uma repasto
Testei o Soylent na incubadora da universidade onde estudo, a Northwestern University, onde o resultado está sendo amplamente divulgado, já que estudantes universitários e startups são os principais consumidores da marca. A bebida ganhou popularidade no Vale do Silício entre a turma da tecnologia por ser um shake que substitui uma repasto inteira, prometendo ter os nutrientes necessários para o corpo humano funcionar muito. Cada garrafinha tem 400 calorias e 20% dos nutrientes necessários para um adulto por dia. Há também uma versão em pó para misturar com chuva.
Cá nos EUA, muitos profissionais usam o Soylent porquê substituto de uma repasto para forrar tempo, trinchar a hora do almoço e aumentar a produtividade. Alguma coisa que eu, particularmente, não acho muito saudável. Nos corredores da universidade, a divulgação do resultado ressalta o preço insignificante (US,42), mais barato do que a maioria das opções disponíveis na rossio de comida do campus.
A textura e o sabor são similares aos de um mingau de aveia. O paladar é muito suave porque os criadores queriam reduzir as chances de que os consumidores possam enjoar do resultado e aumentar as possibilidade de customizar o sabor adicionando uma fruta, por exemplo. Em algumas propagandas a empresa diz que o resultado permite que ninguém precise voltar a consumir se não quiser.
De indumentária dá para se sentir saciado em seguida tomar o Soylent, mas eu não consegui me sentir satisfeita. Para mim, consumir não é só uma forma de comprar nutrientes, mas também, digamos, um ato de prazer. Senti falta do sabor de diferentes provisões, com diferentes texturas durante a repasto. E definitivamente senti falta de ingerir um pouco sólido e não exclusivamente líquido.
Mas concordo que o Soylent tem seu lado positivo e que pode ser mais saudável que um pedaço de pizza ou outra comida de fast food que acabam sendo a opção em dias mais corridos (nutricionistas de plantão, opiniões sobre o material? Comentem!).
Na internet há relatos de centenas de pessoas que decidiram fazer um teste radical e só se fomentar com o resultado durante 30 dias. Algumas dizem que tiveram um resultado melhor no inspecção de sangue depois do período de consumo individual de Soylent. Por outro lado, um deles relata porquê a bebida mudou sua relação com a família, já que ele parou de participar do jantar, e porquê ele e a esposa perceberam a preço de fazer essa repasto juntos todas as noites e falar sobre a vida.
Veredito
Eu ainda prefiro consumir vegetais em si e pratos vegetarianos/veganos criados a partir deles do que consumir esses provisões à base de vegetais que tentam imitar mesocarpo de verdade. Acredito que para que mais pessoas possam aderir a esse tipo de resultado por desculpa da semelhança com a mesocarpo ainda é necessário aprimorar um pouco mais a tecnologia.
Já sobre o shake, eu posso até tomar um dia ou outro, porquê tomaria qualquer outra bebida, mas não palato da teoria de trocar a maioria das refeições pelo Soylent e furar mão da pausa, do sabor, da interação e de todas as experiências que envolvem preparar e consumir um maná. Seja porquê for, a experiência me fez pensar muito sobre iguaria, as formas não saudáveis que tratamos nosso corpo com mantimentos industrializados de baixa qualidade e desperdício de comida.
Os avanços no desenvolvimento desse produtos devem continuar rápidos e a tendência é que o sabor e as opções só melhorem. Certamente, ainda vamos ouvir falar muito sobre essa comida 2.0.
O Comida 2.0: testei os mantimentos criados em laboratório por startups primeiro em Ligia Aguilhar.
Com informações de (Manadeira):Ligia Aguilhar