Voluntário que supostamente havia recebido placebo em teste de vacina morre de COVID-19 no Brasil



Uma vista aérea de uma região quase vazia do Saara, no Rio de Janeiro, Brasil. Foto: Buda Mendes/Getty Images

Um jovem de 28 anos que morava no Brasil e participava de um experimento da vacina contra COVID-19 levado pela AstraZeneca e a Universidade de Oxford morreu de complicações relacionadas ao coronavírus. As autoridades de saúde e os responsáveis ​​pelo estudo não confirmaram se o voluntário recebeu a vacina experimental ou um placebo antes de sua morte. De conciliação com um porta-voz da farmacêutica AstraZeneca, com sede no Reino Unificado, o experiência continuará conforme planejado.

A morte foi noticiada pelo O Mundo. De concórdia com a reportagem, o voluntário morreu na quinta-feira passada (15). A Dependência Pátrio de Vigilância Sanitária (Anvisa), foi informada da morte na segunda-feira (19) e está avaliando o caso com a cooperação dos desenvolvedores da vacina, segundo o jornal.

A pessoa estava participando de um grande experimento galeno internacional da vacina desenvolvida em conjunto pela farmacêutica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford. Essa vacina em potencial usa uma versão enfraquecida de um adenovírus generalidade porquê método de gestão.

No início do mês pretérito, testes no Reino Unificado e em outros lugares foram temporariamente interrompidos depois que uma mulher no grupo da vacina desenvolveu sintomas neurológicos. No entanto, o comitê independente que supervisionou esses ensaios concluiu que o caso da mulher provavelmente não estava relacionado à vacina ou não havia evidências suficientes para expor que sim ou que não. Logo depois, os testes foram reiniciados em quase todos os lugares, embora ainda não nos EUA.

Nem a Anvisa nem os centros médicos envolvidos no desvelo do voluntário brasílico confirmam a situação da pessoa no experiência. Mesmo assim, O Mundo citou fontes anônimas que supostamente disseram que o voluntário estava no grupo placebo, o que significa que ele não recebeu uma vacina experimental. A Bloomberg News, citando uma nascente anônima, também reporta que o participante recebeu um placebo.

Testes clínicos usam o padrão duplo-cego. Nesse tipo de experiência, pacientes são separados em dois grupos, sendo que um recebe a substância verdadeira e outro recebe um placebo, porquê é chamada uma substância sem o princípio ativo. Levante segundo grupo serve porquê grupo de controle, isto é, uma referência para confrontar a efetividade do medicamento ou vacina dirigido no primeiro grupo. Esse tipo de teste se labareda duplo-cego porque nem os pacientes nem os pesquisadores sabem quem está em cada grupo — só depois do término dos ensaios isso é revelado.

Em um expedido enviado por e-mail ao Gizmodo, um porta-voz da AstraZeneca disse: “Não podemos comentar sobre casos individuais do teste em curso da vacina Oxford pois obedecemos estritamente ao sigilo médico e aos regulamentos dos testes clínicos, mas podemos confirmar que foram seguidos todos os processos de revisão necessários. Todos os eventos médicos significativos são avaliados cuidadosamente pelos investigadores do estudo, um comitê independente de monitoramento de segurança e autoridades regulatórias. Essas avaliações não levaram a quaisquer preocupações sobre a prolongamento do estudo em curso.”

A Universidade de Oxford não respondeu a um pedido de glosa.

O Brasil foi uma das áreas mais afetadas pela pandemia. Na quarta-feira, mais de 150 milénio pessoas já haviam morrido no País em decorrência da doença viral — um número subalterno exclusivamente ao dos EUA, que têm mais de 221 milénio óbitos.



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