Você ainda vai ouvir falar muito da Alexa
A peça supra foi o resultado mais vendido nos EUA durante o Natal. Trata-se do Amazon Echo, uma espécie de caixa de som inteligente capaz de se conectar com a internet e responder perguntas por meio da sua assistente virtual, a Alexa.
O sucesso da Alexa é símbolo do início da popularização da lucidez sintético nos EUA. Em 2017, a lucidez sintético não é mais peça do horizonte, mas, sim, uma veras já presente na moradia de muitos setentrião-americanos.
O Amazon Echo pretende ser a peça mediano das casas conectadas. Por meio do aparelho, o usuário pode usar a Alexa para fazer desde perguntas simples, porquê solicitar a previsão do tempo, até pedir um resumo das notícias do dia ou encontrar uma receita para o jantar.
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O resultado também pode ser configurado para conversar com outros aparelhos “inteligentes” da morada. Dessa forma, você pode simplesmente deitar na leito e pedir para a Alexa extinguir as luzes da moradia, por exemplo.
O Amazon Echo não é o único resultado do tipo. O Google lançou um item similar chamado de Home. A Amazon, porém, conseguiu que seu resultado alcançasse mais popularidade. O estoque esgotou no Natal. Quem entra no site da Amazon nos EUA agora só consegue comprar o resultado para entrega em seguida o dia 26 de janeiro. A versão mini, chamada Echo Dot, só estará disponível para entrega depois o dia 20.
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A Alexa também foi um dos principais assuntos da CES, a maior feira de eletrônicos do mundo, que terminou nesta semana, em Las Vegas. A feira reuniu diversos lançamentos de produtos “inteligentes” para morada que podem se conectar com o Amazon Echo.
O site The Verge publicou uma lista completa (e enorme) de todos os produtos da feira que podem interagir com a Alexa.
O problema da Alexa
O que acontece quando você liga o Amazon Echo na tomada de morada para deixar a Alexa à sua disposição? Ela ouve tudo o que você faz e fala. Usar o resultado significa furar mão de mais um pouquinho da sua privacidade.
Tecnicamente, a Alexa e o Google Home só começam a registrar o que é dito quando o usuário fala a termo-chave para despertar o sistema – no caso, o nome Alexa. O problema é que para identificar quando uma pessoa fala a termo-chave o resultado tem que estar continuamente escutando o que ocorre ao seu volta.
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De concórdia com a revista Wired, a Alexa grava somente algumas palavras ditas antes da termo-chave ser usada para ativar o aparelho. Esses dados são enviados para um servidor e encriptados.
A Amazon garante que todas as conversas identificadas enquanto o resultado está desligado não são armazenadas. Na prática, porém, você tem um microfone ligado o tempo todo na sua moradia. E se por eventualidade alguém hackear a sua conexão, pode ouvir tudo o que você faz ao volta do Amazon Echo. Um botão para desligar o microfone do aparelho é uma opção para minimizar os riscos. Mas quem quer gastar tempo ligando e desligando o microfone manualmente se o grande apelo do resultado é justamente a possibilidade de ativá-lo por voz de onde você estiver?
Ou por outra, a Alexa fica mais inteligente conforme é usada. Ela pode aprender o seu palato músico, pratos preferidos, os horários em que você está em morada e entender qualquer outro pormenor sobre a sua personalidade com base no histórico das suas buscas por meio do sistema. A teoria é que os resultados das suas pesquisas fiquem cada vez melhores. Para os anunciantes é um prato pleno. Uma chance ainda maior de mirar em consumidores específicos e fabricar propagandas ainda mais eficientes.
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Se por um lado isso significa que você pode receber anúncios mais adequados aos seus interesses, por outro significa que cada vez mais empresas sabem detalhes íntimos sobre você e podem gerar texto publicitário mais persuasivo.
E esse é só o primícias da era da era da lucidez sintético.
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Com informações de (Nascente):Ligia Aguilhar