A secção do clima de terror instaurado pela prelo mundial nas últimas semanas sobre a novidade atualização do algoritmo do Google, o indumentária é que mais uma vez o gigante mundial de buscas dá um empurrão certeiro no mercado: quem não se adaptou às estratégias digitais no mobile terá que fazê-lo. Claro que tudo começa com um bom site, mas isso é somente a ponta do iceberg.
Alardeado porquê a promessa de um marketing cada vez mais personalizado, em tempo real, e que revolucionaria as estratégias com as tecnologias que permitem o geotargeting e o contato por proximidade, o mobile marketing ainda caminha apertado no Brasil. Grandes empresas investem em campanhas mais voltadas para o branding e para o engajamento de marca, e o Google (sim, ele novamente!), acabou se antecipando com a geolocalização dos anúncios do Adwords. Agora, feliz ou infelizmente, o mobile terá que voltar à tarifa.
E, acredite, não é por falta de adoção da tecnologia. Segundo o IDC, a venda de smartphones no Brasil subiu 55% em 2014, o que representou 54,5 milhões de unidades vendidas. Modelos a preços competitivos conseguiram lucrar seu espaço, mesmo em vista de um cenário econômico pouco favorável, que vem se arrastando desde o ano pretérito.
S problema não é a...
adoção da tecnologia por secção do usuário, e tampouco é a potencialidade dos dispositivos que ele tem nas mãos. A questão é que as empresas brasileiras ainda exploram pouco esse universo, preferindo ajustar estratégias digitais para outras telas, ou até mesmo do offline, para o mobile. Mais do que branding, o mobile é muito relevante para vendas, quando coligado à geolocalização e à oferta personalizada de produtos e serviços, com base na referência geográfica do consumidor.
Quem está se adiantando frente a esse mercado são as empresas de tecnologia, porquê o Google, que utilizam a geolocalização porquê um fator de influência para o anunciante, e startups, porquê o Waze, que uniu a prestação de um serviço para o usuário – o de localização – com a oferta de produtos e serviços relacionados ao trajeto. Outros já cruzam dados de deslocamento e histórico de compras para oferecer ofertas relacionadas ao cliente. S problema, talvez, é que algumas dessas iniciativas sejam mais invasivas do que engajadoras, e gerem mais uma experiência ruim do que uma oportunidade de venda.
Com o passo que o Google dá ao escolher o mobile porquê a próxima peça a ser movida no jogo das buscas, fatalmente as empresas terão que lançar um novo olhar sobre suas estratégias para a terceira tela.
Fonte:Plural