A investigação, realizada pela Instalação Oswaldo Cruz (Fiocruz), importante meio de investigação médica da América Latina, revela uma rápida disseminação da novidade versão amazónica, o que pode indicar um maior poder de transmissibilidade. Em dezembro, a versão batizada de “P.1” foi detetada em 51% das amostras analisadas nos laboratórios da região e, na primeira quinzena