
Partilhar quantia vira tática no Instagram para contas ficarem populares
Em 18 de março, enquanto os Estados Unidos começavam a mandar trabalhadores de serviços não essenciais para morada e as empresas já se preparavam para cortes de dispêndio e demissões, a influenciadora fitness Paige Hathway postou uma mensagem para seus 4 milhões de seguidores no Instagram. “Sei que a vida é difícil com a quarentena, principalmente para os que não podem trabalhar, por isso eu quis dar um presente a alguém que irá receber US$ 5.000”, ela escreveu. Deletado do Instagram depois a publicação desta reportagem, o post mostrava Paige distribuindo uma rima de notas de US$ 100.
Seus fãs começaram a indicar amigos, comentando que precisam desesperadamente de moeda. “Eu poderia usar um milagre neste minuto,” escreveu uma mulher. Vários usuários enviaram emojis de prece. Enquanto o coronavírus continua destruindo vidas e empregos americanos, o Instagram está sendo inundado de presentes em quantia vivo porquê o de Paige. Astros de reality shows, influenciadoras e até rappers estão entrando na vaga.
Para os mais de 26 americanos residentes que solicitaram salário-desemprego nas últimas cinco semanas e outros milhões que lutam para tapar custos imprevisíveis, porquê contas para tratamento de saúde e semanas de compras de vitualhas de uma só vez, nascente numerário poderia ser uma salvação. Mas embora sejam considerados esmolas, estes presentes fazem secção de um padrão de desenvolvimento que invadiu o Instagram.
Paige, por exemplo, recebeu milhares de dólares pela empresa de marketing na rede social Social Stance para promover as doações no seu blog. Participantes em potencial foram instruídos a seguir uma lista de murado de 70 contas que a Social Stance estava promovendo. A companhia cobrou US$ 900 por uma vaga na lista. Quem adquiriu vagas de “patrocinadores” poderiam lucrar milhares de novos seguidores da noite para o dia.
“Se você conta para as pessoas que elas podem lucrar 50 milénio seguidores em três dias, elas irão fazer isto”, disse Nathan Johnson, de 19 anos, que ajuda astros do YouTube e do TikTok a organizar distribuições de quantia. O negócio que ele dirige com seu camarada Carter, de 16 anos, é simples: eles pagam um grande influenciador uma determinada quantia adiantada para “hospedar” uma distribuição de quantia, depois viram para o outro lado e vendem vagas de listas seguintes para lucrar.
“Os empreendedores compram vagas para lucrar seguidores a término de vender os seus produtos ou e-books”, disse Johnson. “Modelos fazem isto para lucrar seguidores a término de aumentar os contratos e cobrar mais para negócios com marcas. Os...
médicos adotaram isto para obter credibilidade e promover sua marca pessoal”.
As distribuições de quantia pelo Instagram existem há anos. Surgiram por volta de 2016, quando pequenas empresas e blogueiros começaram a hospedar doações “em looping”. Para entrar, você teria de seguir um grupo de pessoas, ou “loop”, e depois voltar para a página da pessoa original e comentar. As distribuições em looping frequentemente não têm patrocinadores e existe uma colaboração entre influenciadores.
Mas no verão do ano pretérito, começou a surgir a primeira grande vaga de distribuições com patrocinador. Na era, a maioria das estrelas dava coisas porquê bolsas Louis Vuitton, mas agora todo mundo está doando quantia. “Na veras, as pessoas precisam mais de numerário do que de bolsas, e em termos logísticos é mais difícil tirar uma foto com a notoriedade e a bolsa quando todo mundo está trancado em moradia”, comentou Warwick.
Com muitos acordos com marcas e viagens patrocinadas parados por motivo do vírus, as doações proporcionaram aos grandes influenciadores uma maneira de lucrar pesado. “Se você fica sabendo que pode lucrar US$ 20 milénio postando uma distribuição de moeda no Instagram, provavelmente fará isto”, disse Johnson.
A compra de vagas de patrocinadores nas distribuições também se tornaram a maneira mais rápida e mais barata de crescer no Instagram. “De repente, você consegue nascente monte de seguidores”, disse Thomas Connelly, dentista cosmético que adquiriu vagas em distribuições das Kardashian. “O que fazem estas campanhas de distribuição é forçar a exposição aos seres humanos ao vivo. Depois, estas pessoas podem escolher se querem continuar seguindo”.
Jordan Lintz, fundador da HighKey Clout, uma das maiores companhias de distribuições do Instagram, disse que não gosta de rotular isto de compra de seguidores. “É porquê patrocinar um evento na internet”, afirmou. As próximas distribuições são anunciadas na sua página verificada do Instagram, enquanto vencedores passados e resultados de campanhas são mostrados principalmente no site da companhia.
Nem todas as distribuições são conduzidas com o mesmo intensidade de transparência. “Muitas páginas de memes fazem falsas distribuições neste momento”, disse Johnson. ”Alguns influenciadores também”. Johnson afirmou que uma distribuição legítima anunciará sempre e indicará um vencedor. Liraz Roxy, influenciadora do dedo de Los Angeles, disse que se recusou a participar de distribuições patrocinadas. “É uma coisa meio obscura,” afirmou.
Um porta-voz do Facebook, possuidor do Instagram, alertou que muitas distribuições de moeda podem infringir as diretrizes da comunidade de uma companhia. “Levante não é o tipo de experiência que queremos fabricar no Instagram”, afirmou o porta-voz por e-mail.
Aliás, segundo Robert Freund, jurisconsulto que oferece cursos de treinamento em recta para influenciadores, muitos destes eventos poderiam infringir as leis referentes a concursos de um estado. “Há muitas leis estaduais, federais e municipais que regulam o espaço promocional dos concursos e há considerações especiais quando você faz promoções online com influenciadores”. / TRADUÇÃO DE ANNA CAPOVILLA