Soluções virtuais para problemas reais

Foto: kevin van belle

Há alguns dias recebi um telefonema da minha novidade gerente “do dedo”, do banco no qual tenho conta há anos. Minha gerente “física”, que ficava na escritório, saiu do banco e leste avaliou meu perfil, percebeu que tudo o que faço em relação às minhas finanças é via internet, e me destacou uma gerente que, embora exista em mesocarpo e osso, não fica na filial. O atendimento dela (e/ou da equipe) é das 7h à meia-noite, por email, telefone, SMS, chat ou videoconferência. E devo expressar que está funcionando muito muito.

A virtualização das relações tem os dois lados, evidente. Perco a pessoalidade do contato com alguém que me conhece (mesmo que o contato fosse mais por telefone) mas lucro a chance de ter alguém pra resolver um problema fora do expediente bancário, o que para mim é importante.

Se alguém pensou nisso, é porque não estamos sozinhos com nossos problemas, desafios e procura por soluções. “Pode possuir uma saída “sociodigital” para (quase) tudo o que acontece na vida”, acredita o jurisconsulto Rodrigo Suarez. Por exemplo: é muito generalidade o sentimento de injustiça entre pessoas que não têm aproximação ao sistema judiciário para sanar seus problemas. Seja pelo cima dispêndio, pelos entraves burocráticos, pela morosidade ou simplesmente por não saber a quem recorrer, muita gente desiste ou nem tenta reclamar seus direitos.

Suarez logo criou um site chamado Justiça Seja Feita, para reunir pessoas com pequenas causas e advogados interessados em interceder por elas. Todo o contato inicial é feito através do site, onde as pessoas relatam de maneira resumida a sua queixa, e advogados cadastrados “varrem” o site para identificar as causas nas quais podem atuar. A partir daí, ambas as partes discutem honorários e esmiúçam o caso. Quase tudo é feito online (e, por enquanto, de perdão) em uma plataforma que preza simplicidade e rapidez supra de tudo. “Em três anos, nossa projeção é de chegar a 200 milénio causas adas e 40 milénio advogados cadastrados”, diz Suarez. É esperar para ver.

Sim, a tecnologia do dedo e o aproximação a ferramentas online realmente revolucionaram a maneira porquê agimos em relação aos nossos problemas ou tarefas cotidianas. Mas é preciso firmeza, sempre. O limiar entre a vida do dedo e a vida off-line está cada vez mais sutil.

 

 

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Com informações de (Manancial):Mídias Sociais