Social commerce toma forma no Brasil

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Olhou, gostou, comentou, comprou! Um número crescente de comerciantes vem transformando as redes sociais em vitrines de seus produtos. E um número ainda maior de frequentadores do Twitter, Facebook, e Instagram, tem se jocoso comprando por impulso.

No mundo inteiro, muitos negócios B2C estão aprendendo a mourejar com a associação das redes sociais aos seus canais de vendas.  E o Brasil está inserido nesse cenário. A estimativa de muitos analistas é a de que o social commerce movimente hoje muro de R$ 100 milhões por ano. Até 2018, a modalidade deverá responder por 6% do e-commerce, movimentando R$ 1,8 bilhão em transações.

São números otimistas, mormente se consideramos que o social commerce tem se caracterizado, até cá, por ser um ducto talhado à impulsionar as promoções dos grandes do e-commerce e anabolizar as vendas dos pequenos varejistas, sem projéctil na agulha para sustentar grandes operações proprietárias de negócio eletrônico.

Mas com base nessas e outras projeções – porquê a da empresa de e-commerce canadense Shopify (gráfico), que aponta o Facebook porquê líder em vendas, com 1,85% de cliques passagem que conduzem a uma compra, contra 0,77% do Twitter), as próprias redes sociais já começaram a investir em soluções nativas – os famosos botões  “Comprar” –  com o objetivo de tentar se inserir ainda mais no ecossistema e evitar perder numerário, já que hoje, o padrão de negócio mais muito sucedido as deixa de fora da melhor secção da transação: a efetivação da compra propriamente dita.

Que padrão de negócio é esse? Aquele de Social Shopping disposto em prática pela Amazon e o Twitter em maio do ano pretérito, e que permite a usuários dos dois serviços juntar produtos ao carrinho de compras do site Amazon.com, sem transpor do Twitter. Basta que o usuário responda ao tweet apresentado na sua timeline (contendo o link do resultado à venda na Amazon e a hashtag #AmazonCart), com outro tweet contendo a mesma hashtag (#AmazonCart).

A mecânica é muito semelhante à usada hoje no Brasil pelas soluções das startups Boxbuy e Arco.

A solução da Boxbuy, que venceu recentemente a primeira edição do duelo MasterCard Digital Commerce SHIFT, permite que comerciantes e fabricantes iniciem a venda de seus produtos nas redes sociais usando os respectivos botões “Curtir” para que os consumidoress possam adicioná-los a seus carrinhos de compras. Além disso, já possibilita também que as lojas online ofereçam seus produtos por meio de aplicativos de mensagens instantâneas, porquê o  WhatsApp.

No caso das redes sociais (Twitter, Facebook e Instagram), o Boxbuy identifica quando o consumidor curte qualquer resultado à venda, uma vez que esse resultado foi previamente cadastrado pelo negociante no site Boxbuy.com. A partir dessa identificação, envia o resultado para o carrinho do site Boxbuy, onde a compra é finalizada. Feito o pagamento, o mercante recebe os dados do comprador e providencia o envio do resultado. S Boxbuy ofídio uma taxa de 2% caso a venda seja concretizada.

Já a Arco permite que o consumidor busque no Instagram pela hashtag #usearco para ver fotos de todos os produtos à venda, ou #arcoama para saber os produtos que o Arco está promovendo. A compra é feita a partir da inclusão da termo “compra” no glosa feito na foto referente ao resultado desejado. Para que o sistema funcione, o negociante também precisa estar previamente cadastrado no site Arco.vc e utilizar a tag #usearco nas fotos dos produtos publicadas na rede social. S consumidor só paga o preço cobrado pelo vendedor por cada resultado, sem adicionais. E os vendedores pagam uma percentagem de 5,5% do valor da mercadoria para a Arco, porquê taxa de venda.

Na maioria das vezes, no entanto, em vez de clicar diretamente no pregão de um varejista no Facebook para fazer uma compra, o consumidor vê a imagem do resultado no Pinterest ou no Instagram e acaba comprando o resultado na loja física, ou fazendo o pedido por e-mail ou telefone. A imagem é somente o gatilho que dispara o processo da compra.

Um duelo das redes agora é fazer com que mais micros e pequenas empresas encarem o social commerce porquê uma instrumento de geração de negócios.

Para crescer, educar
Não por casualidade, no início deste ano, o Facebook iniciou um projeto piloto com a Unas, associação de moradores da comunidade de Heliópolis. A rede social está instalando um laboratório de inovação, com computadores e entrada à internet, onde serão aplicados cursos destinados a microempreendedores e usuários da plataforma em universal. S objetivo é mostrar de que forma esses “empresários locais” podem usar a rede social e seus serviços, porquê Messenger, o Instagram e o WhatsApp porquê ferramentas para impulsionar os negócios.

S potencial é grande. Hoje quase 90% da população de Heliópolis usa o Facebook. Embora a comunidade seja muito ativa, com mais de 5 milénio pequenos empresários locais, incluindo comerciantes e prestadores de serviço, 86% deles ainda não têm uma página da rede social e desconhecem completamente porquê incrementar seus negócios por meio da plataforma.

S laboratório está em tempo final de montagem, com provisão de encetar a funcionar no início de março. Funcionários do Facebook darão cursos sobre melhor uso do da rede social, de modo universal, incluindo dicas de privacidade, segurança, geração de páginas, melhores práticas de teor, noções de marketing do dedo e envolvimento com os potenciais consumidores.

Algo que os usuário da LikeStore já descobriram há tempos. S marketplace de social commerce tem mais 24 milénio...

lojas, responsáveis por 5 milénio transações mensais através do Facebook e, agora, também através do Instagram. S o sistema de geração da loja é gratuito. A LikeStore fatura cobrando 2% sobre as vendas. S lojista ainda paga uma taxa para o meio de pagamento usado – 7,4% para cartão de crédito e 2,9% para boleto ou transferência bancária, acrescidos de R,39 (fixo) por transação. No projecto Pro é provável cadastrar até 200 produtos.

reprodução

Outra startup que apostou no social commerce foi a Facíleme. S serviço funciona porquê um aplicativo para a geração de lojas virtuais no Facebook. Hoje reúne mais de 28 milénio lojas de diversos segmentos.

Cursos gratuitos na Feira do Empreendedor, do Sebrae
Os cursos do Facebook em Heliópolis terão, em média, cinco meses de duração. Quem visitar esta semana, em São Paulo, a Feira do Empreendedor, organizada pelo Sebrae, vai ter oportunidade de saber um pouco da grade em micro oficinas relâmpago oferecidas no estande montado pela rede social. Lousas imantadas foram instaladas para facilitar a explicação de porquê a plataforma pode ser usada pelos empreendedores para incrementar seus negócios. E consultores farão atendimentos individuais para tirar dúvidas sobre confecção de anúncios, segmentação, geração de páginas, etc.

Além das oficinas relâmpago, o Sebrae inclui a palestra “Facebook para Negócios” na programação solene do evento. A agenda de palestras é a seguinte:
Dia 07/02 – Sala do Conhecimento 02 – às 14h30
Dia 08/02 – Sala do Conhecimento 04/05 – às 16h30
Dia 09/02 – Sala de capacitação 08 – às 18h00
Dia 10/02 – Sala de capacitação 08 – às 18h00

A intenção do Facebook é manter essa programação para as outras seis edições da feira do Empreendedor marcadas para o segundo semestre deste ano, nas cidades de Brasília, Cuiabá, Salvador, Maceió, Macapá e Rio de Janeiro.

Atualmente, 2,1 milhões de Pequenas e Médias Empresas (PMEs) mantêm páginas no Facebook, número que corresponde a um terço das empresas desse porte no Brasil e que usam a plataforma para fazer negócios.

A parceria do Sebrae com o Facebook já rendeu a geração de um curso online gratuito e 30 milénio Km percorridos em todo o Brasil capacitando empreendedores e aprendendo com eles. A equipe do Facebook admite que já aprendeu muitas coisas novas com esse contato mais próximo com comerciantes, empreendedores e microempreendedores. S possuidor de uma lanchonete na Rocinha (no RJ), por exemplo, recebe pedidos do delivery pelo chat de Facebook. Um uso inusitado da instrumento.

Em Manaus, uma das primeiras brigaderias da cidade, a Brigadore Brigadeiros Gourmet, alcançou grande secção de sua clientela com divulgação no Instagram e no Facebook. Bons canais para despertar o libido pelos produtos – o famoso consumir com os olhos -, as duas redes se tornaram os principais canais para o envio de pedidos.

Apesar de investir em anúncios com links para vídeos desde 2012, a Kelly’s Megastore apostou em anúncios de vídeos nativos do Facebook para aumentar as vendas de sua risco de equipamentos para personalização de calçados. Desde novembro deste ano, a empresa vem promovendo uma campanha segmentada de vídeo com um tutorial de 10 minutos que ensina a personalizar calçados usando uma máquina e bijuterias vendidas pela empresa. Entre os resultados, a empresa conseguiu geminar a chamadas no televendas e 20% de aumento na base totalidade de clientes.

Entre os grandes, promoções
Muito incipiente, o Social Commerce no Brasil ainda não aparece nas pesquisas tradicionais sobre o varejo online brasiliano. Mas porquê o mobile commerce, que em 2014 respondeu por quase 10% (9,7%) das vendas online realizadas no país, segundo o 31º relatório WebShoppers, da e-bit, deve ainda em 2015 estrear a ser mensurado.

“Hoje as redes sociais ainda são um conduto de experimentação para o grande varejista, usado com sucesso para fomentar as promoções”, comenta Rodrigo Borer, CEO do Buscapé para América Latina. Segundo o executivo, as redes sociais têm sido um bom lugar para deslindar e iniciar a compra de produtos que não estamos  precisando comprar. Das comprar por impulso, não das compras planejadas.

Apenas uma fração das vendas dos varejistas online está realmente sendo gerada diretamente através de uma referência em uma rede social. Mas o volume de negócio social está crescendo rapidamente. Três dígitos, em muitos casos, segundo relatório recente da BI Intelligence sobre porquê a mídia social está impactando todo o processo de compra.

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No mundo, os 500 maiores varejistas ganharam 2,69 bilhões de dólares com social commerce em 2013, de combinação com a do Internet Retailer Social Media 500 um aumento de mais de 60% ​​em relação a 2012, quando o mercado de e-commerce porquê um todo cresceu somente 17%.

Recomendação em subida
As mídias sociais também conquistam cada vez mais influência também para pesquisar opiniões ou recomendações de produtos. A maioria (72%) dos milénio consumidores brasileiros ouvidos pela Deloitte no término de 2014 para a tradicional “Pesquisa Natal – Revelação sobre o hábito de consumo dos brasileiros”, declarou que é influenciada pelas opiniões dos internautas no momento das decisões de compra. As redes sociais, microblogs e blogs são as ferramentas mais utilizadas pelas empresas para interagir com o consumidor final.

Outro estudo, da empresa Sophia Mind, aponta que 63% dos brasileiros só compram depois de consultar as redes sociais.

Fonte:Circuito De Luca