Saúde na ponta dos dedos

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Conforme inserimos os wearables devices em nossa rotina, sua relevância e potencial para mudar paradigmas e a forma porquê encaramos o uso de informações pessoais aumenta consideravelmente. Com os wearables e sua capacidade de facilitar o aproximação à informação em qualquer momento, nossa relação com profissionais de saúde e a forma porquê lidamos com nossas informações médicas mudam. Além disso, a premência da presença física, de um pesquisador, médico ou cuidador, diminui drasticamente.

Pais podem receber informação em tempo real sobre a respiração de seu bebê e temperatura da pele; uma fralda com sensores pode indagar a hidratação de pacientes e identificar sinais de infecção; sensores podem ajudar médico e cuidadores a avaliarem o comportamento de um paciente em relação ao seu medicamento, por exemplo.

Ao verificar e coletar informações, os dispositivos trazem uma quantidade imensa de dados que auxiliam médicos, pacientes e cuidadores a terem uma visão mais ampla da situação, auxiliando na tomada de decisão referente a tratamentos, atividades etc.

Estima-se que, pelos próximos dez anos, as oportunidades de negócios que a Internet das Coisas trará (objetos do nosso dia a dia conectados à internet) podem movimentar US$ 19 trilhões no mercado. Esse oferecido, estimado pela Frost & Sullivan, indica que US$ 870 bilhões desse totalidade virão da América Latina, e que o Brasil tem um potencial de realização de mercado de US$ 34 bilhões.

Já as soluções voltadas para a saúde devem simbolizar US$ 89 bilhões até 2018, com a chegada de dispositivos que...

controlam medicamentos e vacinas, por exemplo.

Outro levantamento, feito pela Accenture, com 24 milénio internautas de 24 países, incluindo o Brasil, aponta que 8% dos entrevistados já possuem um inferior que monitora atividades físicas mas, em cinco anos, esse porcentual deve ultrapassar os 40%. S mesmo vale para dispositivos relacionados à saúde: 10% pretendem comprar um nos próximos 12 meses; 16% entre um e três anos; e 13% em três a cinco anos.

Com esse potencial de mercado, a segurança das informações confidenciais de pacientes e porquê elas são compartilhadas entre profissionais entram em tarifa e devem estar alinhadas às estratégias das empresas.

Pesquisa da Deloitte mostrou que as principais ameaças para os dispositivos médicos móveis estão relacionados à manipulação, roubo e transferência de informações pessoais de saúde e hackeamento, entre outros.

Assim, cresce a premência de prometer essa segurança com ferramentas adequadas e políticas específicas que assegurem a qualidade e a confidencialidade das informações.

Identificar o sistema de segurança mais adequado às particularidades do resultado, constatar-se às questões de gerenciamento, autenticação, integração, usabilidade e antever vulnerabilidades, corrigindo-as quando necessário, são fundamentais para oferecer um serviço confiável e de qualidade.

Com isso em mente, fica um pouco mais simples visualizar porquê as empresas podem se preparar e aproveitar esse grande momento do mercado na espaço da saúde. Médicos, pacientes e todos os envolvidos aguardam novas soluções que possam melhorar a tomada de decisão e a qualidade do tratamento. Basta saber quem sairá avante nessa corrida.

Fonte:Plural