Moradores do setentrião de Montana, nos EUA, reportaram ter visto uma série de pontos de luz vindos do firmamento. O que pareciam OVNIs (objetos voadores não identificados) de uma invasão estranho é, na verdade, outra consequência da constelação de satélites Starlink, da SpaceX.
A SpaceX lançou 60 satélites na trajectória em maio e outros 60 em novembro porquê secção da constelação de satélites Starlink, com o objetivo de aumentar o entrada à internet via satélite. Mas os satélites refletivos também estão produzindo trens de luzes brilhantes no firmamento, alimentando os temores de OVNIs para aqueles que desconhecem os satélites e complicando as observações de astrônomos.
O avistamento mais recente de um trem de satélites Starlink ocorreu nas cidades de Browning, Rocky Boy e Lodgepole, em Montana, onde os moradores compartilharam as imagens com agências de notícias locais. A investigador da computação de Maryland Jen Golbeck apontou em um tuíte que o trem também poderia ter sido visível em Illinois, Iowa e Michigan na semana passada. Uma constelação Starlink lançada em maio provocou uma vaga de aparições de “OVNIs” na Europa.
Mas talvez mais preocupante que uma série de relatos de OVNIs, essas aparições estão perturbando os astrônomos. O Gizmodo informou no mês pretérito que satélites apareceram em imagens tiradas por astrônomos que operam a Câmera de Força Escura no Observatório Cerro Tololo, no Chile. Aproximadamente 1 em cada 40 exposições capturou o trem de satélites. Cada trem de satélites acaba se fragmentando à medida que se instalam em cada satélite individual e ficam em uma trajectória única.
O astrônomo Cliff Johnson, da Universidade Northwestern, disse ao Gizmodo que atualmente os satélites são mais um agastamento do que um problema real, mas podem se tornar mais visíveis à medida que o número de constelações de satélites aumentar.
Os lotes lançados levante ano são exclusivamente os primeiros de um projeto que pode levar até 12 milénio satélites implantados até 2025, e a SpaceX anunciou que lançaria outros 60 no início de 2020. Neste ano, a União Astronômica Internacional emitiu uma enunciação pedindo que quem fizesse constelações de satélite trabalhassem com a comunidade de astrônomos para entender os possíveis impactos desses satélites e com agências reguladoras para fabricar regras que governem os satélites para minimizar esses impactos.
Elon Musk, CEO da SpaceX, tuitou que ele orientou sua equipe a trabalhar na redução de refletividade dos satélites. Mas os cientistas que conversaram com a National Geographic disseram que preferem que essas conversas ocorram antes do lançamento dos satélites.
Correções, porquê simplesmente reduzir a refletividade, podem nem funcionar para os nossos telescópios mais sensíveis, de concordância com o New York Times. E a constelação de satélites Starlink pode levar os concorrentes a poluir ainda mais o firmamento noturno com suas próprias constelações de satélites, injetando ainda mais lixo espacial na trajectória, com o qual eventualmente teremos de mourejar.
Tudo isso é para expressar que se você vir um relâmpago de luzes piscando no firmamento, provavelmente não são alienígenas. Sem recontar que quando isso acontece, acaba frustrando bastante o trabalho dos astrônomos.