Rappi lança ‘shopping center’ online com entrega em até 1 hora – Link

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Rappi lança ‘shopping center’ online com entrega em até 1 hora - Link 1


A startup colombiana Rappi vai inaugurar uma novidade frente de negócios no Brasil nesta semana. A partir da próxima atualização, o aplicativo da empresa vai oferecer aos usuários o Rappi Mall, um serviço que promete colocar um “shopping center” na palma da mão do consumidor, com entregas feitas em até uma hora. Segundo a empresa, que revelou a novidade com exclusividade ao Estado, a vertical já nasce com mais de 50 parceiros, incluindo marcas porquê Fast Shop (eletrônicos), Decathlon (materiais esportivos), Saraiva (livros) e L’Occitane (formosura). 

“O que estamos tentando fazer é uma revolução no negócio eletrônico. Muitas marcas oferecem entregas em até 24 horas, mas nós queremos fazer tudo em uma hora”, diz Eduardo Sodero, diretor da Rappi no Brasil. Inicialmente, o serviço vai iniciar a funcionar exclusivamente em São Paulo, mas a meta da empresa é que ele esteja presente em breve em todas as 60 cidades do País em que a startup atua. Para permanecer de pé, a operação vai se sustentar em dois pilares: os entregadores parceiros da colombiana e as lojas físicas das empresas que se associaram à iniciativa.

Consumidor vai poder fazer compra de última hora direto do sofá de casa, projeta Sodero, do Rappi

Consumidor vai poder fazer compra de última hora direto do sofá de morada, projeta Sodero, do Rappi

“Logo que o usuário fechar o pedido no aplicativo, mandamos uma mensagem para a loja preparar o pacote e o entregador já se encaminhar ao lugar”, explica o executivo. O padrão de negócios também será parecido com o que já é praticado pela Rappi com restaurantes...

parceiros: a startup colombiana ofídio uma percentagem sobre a venda dos produtos. Sodero não revelou qual será o porcentual praticado pela Rappi no Mall – com o negócio de entrega de refeições, esse valor costuma remoinhar em torno de 25% do pedido do usuário. 

Foco será nos produtos, não nas lojas

O sistema de organização do aplicativo, porém, vai ser dissemelhante no Rappi Mall. Com restaurantes e supermercados, o foco está nos estabelecimentos e depois nos pratos. Já no “shopping center”, os produtos estarão no meio da experiência. “Primeiro, o usuário procura por um celular ou uma roupa, depois ele vai conferir as lojas”, afirma Sodero. De convénio com o executivo, a expectativa é de que o número de parcerias da plataforma cresça de forma exponencial  – a previsão da Rappi é de ter 1 milénio parceiros até o final do ano. 

A empresa afirma ainda que está treinando os estabelecimentos parceiros para conseguir que os produtos sejam despachados de forma rápida. Segundo Sodero, há algumas lojas que já deixam tablets com o app do Rappi ingénuo, disponível aos vendedores. “Eles ficam numa fileira, para atender tanto a quem entra na loja porquê os pedidos que chegam no tablet, e podem inclusive fazer sugestões pelo app. Se o consumidor procura uma bermuda, o vendedor pode sugerir uma camiseta que combina”, afirma. 

Na visão do executivo, o Rappi Mall pode perfurar “avenidas” para vários setores no negócio eletrônico. “Muitas pesquisas mostram que alguns consumidores deixam de comprar online por conta do tempo e do dispêndio da entrega”, diz ele. Se o tempo será resolvido com ajuda dos 200 milénio entregadores da companhia no País, o dispêndio deixa de ser um entrave para os assinantes do Rappi Prime, serviço de vantagens da startup que, por R$ 19,90 ao mês, isenta do pagamento de taxas de entrega. 





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