Raios gama misteriosos são causados por pulsar que está consumindo uma estrela aos poucos

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Raios gama misteriosos são causados por pulsar que está consumindo uma estrela aos poucos 1



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Sensação artística do PSR J2039–5617 e sua companheira. O sistema binário consiste em uma estrela de nêutrons em rotação rápida. Crédito: Knispel/Clark/Max Planck Institute for Gravitational Physics/NASA GSFC

Apesar de serem chamadas de “aranhas vermelhas”, elas não são aranhas, mas um tipo de estrela de nêutrons. Elas recebem esse nome porque, pelo indumentária de girarem a uma velocidade muito elevada, acabam consumindo lentamente uma estrela menos densa quando ficam presas à sua trajectória. A mais recente delas foi invenção em um sistema identificado porquê PSR J2039–5617.

O sistema foi desvelado em 2014, quando cientistas suspeitaram que uma nascente luminosa de raios-X, raios gama e...

luz visível correspondiam a uma interação entre um pulsar de milissegundo (estrelas de nêutrons de rotação rápida) e uma segunda estrela. Na estação, tudo não passava de uma hipótese, mas agora os pesquisadores conseguiram provar o que estava acontecendo. O cláusula foi publicado no Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.

A invenção foi feita com a ajuda do Einstein@Home, um projeto do LIGO Scientific Colaboration e do Max Planck Institute, da Alemanha, que conta com mais de 500 milénio voluntários que utilizam seus computadores para ajudar a solucionar questões astronômicas complexas.

O que os cientistas descobriram foi que a “aranha vermelha”, localizada no meio do sistema, aquece um lado da sua estrela companheira, que tem muro de um sexto da tamanho do Sol, fazendo com que essa região fique mais lustroso e azul. De tratado com o cláusula, o pulsar gira 377 vezes por segundo.

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Aliás, devido à sua subida densidade, a seriedade da estrela “canibal” também altera a forma da estrela mais ligeiro, o que faz parecer que o seu tamanho está variando ao longo da trajectória, conforme explica o responsável principal do estudo Colin Clark em um enviado da Universidade de Manchester.

[Space.com, EurekAlert]



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