Publicidade em vídeo: o Facebook vai passar o Youtube?

Além de ser um lugar para se conectar aos amigos, o Facebook está, de veste, se tornando rapidamente um lugar para observar vídeos. E bilhões de vezes, sem excesso.

De convenção com dados divulgados no último  informe de resultados (referente ao primeiro trimestre fiscal de 2015), o Facebook está servindo mais de 4 bilhões de vídeos diariamente aos  seus usuários.  Esse número inclui tanto vídeos publicados por usuários quanto vídeos publicados por anunciantes.

“Vídeo é uma grande oportunidade para nós”, disse a COO do Facebook, Sheryl Sandberg, durante a call com analistas financeiros e jornalistas.

De indumentária, o uso de anúncios em vídeos no Facebook começou 2015 em subida. Pesquisa recente da Kinetic descobriu que o share dos investimentos em publicidade em vídeo na plataforma mais do que dobrou em relação ao trimestre anterior: de 14,4% para 30,7% no primeiro trimestre de 2015. Uma marca considerável, já que o Facebook só começou a vender publicidade em vídeo autoplay no término de 2013.

Outro oferecido interessante: segundo o Facebook, mais de 75% dos views de vídeos são feitos através de dispositivos móveis.

Não por contingência, quase nove em cada 10 executivos de publicidade setentrião-americanos planejam fazer ao menos  uma campanha em vídeo no Facebook levante ano- a mais subida taxa de resposta dentre todas as opções incluídas em estudo da Mixpo.

Apesar do seu uso crescente (3,7 pontos percentuais supra da intenção de uso registrada no ano pretérito), o YouTube caiu para o segundo lugar, detrás do Facebook em 5,5 pontos percentuais.

Em 2014, 77,8% dos entrevistados tinha a intenção de fazer uma campanha de anúncios em vídeo no YouTube, e somente 63% no Facebook. Este ano, a situação é inversa: 87% pretendem veicular seus anúncios em vídeo no Facebook, e 81,5% no YouTube.

S estudo ouviu “125 agências, marcas e editores”, com o objetivo de mostrar porquê os anunciantes estão impulsionando tendências de publicidade para atingir os consumidores em canais sociais.

S que acontece com o Youtube?
Há 10 anos no ar, o pioneiro dos serviços de vídeo vem enfrentando percalços. Por exemplo: caso você tenha um iPad de primeira geração, qualquer coisa mais antiga do que um iPhone 4, ou uma Apple TV de segunda geração (ou mais antiga), o aplicativo do YouTube encaixado no seu aparelho vai parar de funcionar.

Tudo porque a versão 2 da API de dados deixou de funcionar na segunda-feira, 20/4. No lugar dela, o Youtube  está adotando a API v3. Resultado: muitos aplicativos mais antigos do YouTube – incluindo um que era encravado no iOS até a versão 6 – deixaram de ser compatíveis. Outros aparelhos afetados incluem determinados modelos de Smart TVs e reprodutores de Blu-ray, consoles mais antigos, e qualquer um rodando a versão 2 ou mais antiga da Google TV. Quem tiver as versões 3 ou 4 da Google TV poderá simplesmente atualizar seu app do YouTube pelo Google Play.

No que diz reverência à publicidade, o Youtube também decidiu encontrar outros modelos de remuneração. Recentemente, a Google confirmou que o YouTube lançará um serviço pago que permitirá aos usuários assistirem determinados vídeos sem anúncios. Os usuários que assinarem o serviço pago não verão mais propagandas, antes ou depois dos vídeos, assim porquê banners em canais e outros tipos de inserções publicitárias.

Ainda não está evidente qual tipo de teor será oferecido pelo serviço, apesar de que talvez uma secção poderá ser composta por conteúdos premium e/ou exclusivos que não possam ser encontrados em outro lugar.

Com milhões de assinantes vendo milhões de vídeos sem serem expostos a anúncios, a receita com o novo recurso deve colocar o Google em concorrência direta com outros serviços de streaming, porquê o Netflix .

Um tramite que pode tirá-lo da rota de colisão com o Facebook no mercado de publicidade em vídeo?

E os KPIs?
Talvez o maior duelo para os anunciantes interessados  no ROI das campanhas em vídeo sociais é a falta de melhores práticas e de tecnologias maduras.

De tratado com a Mixpo, os entrevistados estão à procura de mais do que exclusivamente exposição nas plataformas sociais; eles querem que os usuários interajam com as marcas, imediatamente em seguida terem sido impactados pelos vídeos nas redes sociais. Querem edificar relacionamentos com os fãs.

Por isso, cada vez mais, anúncios interativos em vídeo começam a provocar respostas ativas dos seus espectadores. S engajamento com essas peças interativas já é a métrica mais importante para medir o sucesso de anúncios em vídeo nas redes sociais. Compartilhamentos e conversões caíram para segundo e terceiro lugar, respectivamente, seguidas de tempo gasto assistindo e visualizações (nessa ordem).

Sem incerteza, tirar proveito dos novos recursos do Facebook, Twitter e outras plataformas de marketing baseadas nas pessoas exige novas abordagens para o planejamento, realização e gestão das campanhas.  Além da veiculação e da interação, anunciantes podem lançar mão de também do retargeting, segmentação e atribuição. Pontos nos quais o Twitter labareda atenção. Os Promoted Videos começaram a ser oferecidos pelo Twitter em agosto de 2014. Entre as vantagens do formato está justamente a possibilidade de monitorar o engajamento dos usuários.

Aliás, na edição 2015 do estudo da Mixpo, Twitter, Instagram e LinkedIn apresentaram possante prolongamento percentual entre os entrevistados que planejam usar as plataformas sociais para publicidade em vídeo nascente ano, com destaque para o vídeo interativo e para o streaming de vídeo em tempo real.

Twitter aposta no ao vivo
Nos últimos meses, o Twitter vem investindo em formatos diferenciados de vídeo, porquê o upload nativo de imagens de até 30 segundos, os video cards com vídeos de até 10 minutos e o streaming de vídeo em tempo real.

Recentemente, a realização da VII Cúpula das Américas permitiu ao Twitter provar todo o poder do vídeo na plataforma.  Usando o Preriscope, a conta @CumbrePanama fez transmissões de bastidores e de momentos importantes porquê o pronunciamento e toda a coletiva final do Presidente panamenho, Juan Carlos Varela, anfitrião do encontro.

S presidente da Colômbia, @JuanManSantos, lançou seu conduto pessoal no aplicativo e transmitiu o seu pronunciamento final através dele. E o presidente @JC_Varela fez uma sessão de perguntas e respostas usando vídeo. Foi o primeiro Q&A nesse padrão, com as respostas sendo enviadas através da instrumento nativa de vídeo do Twitter.

S Q&A teve 1 milhão de impressões! E a conta @CumbrePanama cresceu sua base de seguidores em 475% em uma semana e teve 9 milhões de impressões.

De trajo, para marcas e empresas, a cobertura de eventos em tempo real é uma boa maneira de alavancar a publicação de vídeos em tempo real.  P importante ter em mente, no entanto, que por serem altamente espontâneos, os vídeos ao vivo dão mais margem a erros. Um inadvertência e a marca estará vulnerável ao risco de controvérsias ou reações negativas na mídia social.

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PS: A propósito, apesar do dia solene de “promanação” do YouTube ser 14 de fevereiro de 2005, o primeiro upload de vídeo só foi feito de indumentária no dia 23 de abril de 2005, há exatamente 10 anos.

S vídeo, intitulado “Me at the zoo” (“Eu no zoológico”) , mostra um dos fundadores do YouTube, Jawed Karim, no zoológico de San Diego, na Califórnia.

Fonte:Circuito De Luca