Por que apps porquê Waze e Google Maps têm problemas em dias de enchente? – Link


O Google comprou o aplicativo Waze em 2013

Na hora do aperto em um dia porquê esta segunda-feira, 10, muita gente tentou recorrer à tecnologia de aplicativos porquê Waze e Google Maps para encontrar um caminho viável em São Paulo. Mas não deu muito notório: pelas redes sociais, usuários reclamaram que os aplicativos indicavam ruas alagadas porquê rotas livres. Durante boa secção do dia, pontes das Marginais apareciam nos apps porquê se estivessem liberadas – e não interditadas. 

Procuradas, as duas empresas minimizaram as falhas, buscando explicar porquê funcionam seus sistemas. Secção do problema, dizem as companhias, se deve à maneira porquê os aplicativos captam dados do trânsito. Tanto Waze quanto Google Maps (ambos de propriedade do Google) coletam informações a partir dos celulares dos usuários para instituir se uma via está livre – e num dia de crise porquê o de ontem, é provável que muita gente tenha se irritado com os aplicativos e deliberado não responder com informações do que ocorria à sua frente. 

“Num dia normal, se há muitos celulares em um mesmo lugar, entendemos que há mais ou menos trânsito de consonância com a velocidade deles. Se houver qualquer problema, o usuário pode reportar o incidente pelo aplicativo”, explica André Kowaltowski, gerente de resultado do Google Maps para a América Latina. Um sistema semelhante funciona no Waze. 

Além de receber informações fornecidas ativamente pelos usuários, o Google Maps também faz uma detecção automática de ruas interditadas. Isto é: com o tempo, o aplicativo aprende que milhares de carros passam todos os minutos nas marginais Tietê e Pinheiros. “Se nenhum coche passa, deve possuir qualquer problema”, diz o executivo do Google. No entanto, o sistema também tem irregularidades de entendimento com o tamanho e a utilização das vias.  “Numa rua menor, onde não passam tantos carros, morosidade mais tempo para conseguirmos detectar problemas. Aliás, só indicamos interdição quando temos certeza. Nenhum sistema de mapas é perfeito.”

Segundo apurou o Estado, o Waze não dispõe de um sistema de lucidez sintético semelhante, confiando somente nas informações enviadas pelos usuários. “Somos uma instrumento colaborativa que se baseia nos alertas dos usuários para estabelecer quais pontos da rota das pessoas estão afetados por incidentes”, disse a empresa, por meio de nota. 

Questionados pela reportagem, os dois aplicativos alegam ainda que utilizam dados das agências de transporte locais integrados a seus sistemas.“Em dias porquê ontem, a tendência é que as agências criem forças-tarefa, mas isso foge ao nosso escopo.” Já o Waze, em nota, informou que troca informações com os órgãos públicos de forma anônima – isto é, sem revelar a identidade dos usuários. Segundo a empresa, o app israelense é parceiro da cidade de São Paulo desde 2017. Talvez tenha faltado informação para que tudo desse evidente ontem. 





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