S que é transformação do dedo, finalmente?

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Acompanho de perto a utilização da TI nas empresas e confesso que nos últimos anos tenho visto realmente pouca inovação. Claro que existem, cá e ali, exemplos muito inovadores de uso de TI, mas no meu entender são exceções que comprovam a regra.

Ultimamente ouvimos falar muito em transformação do dedo e diversos movimentos porquê Big Data, Cloud Computing, etc. Mas, na prática, nas empresas, existe muito mais rumor que música.  A maioria dos CEOs e CIOs, nas inúmeras pesquisas que li, declaram que estão envolvidos com estratégias digitais, mas quando aprofundamos o debate nota-se claramente que nem existe um consenso ente os executivos do que seja realmente uma transformação do dedo. Muitas vezes o concepção é visto exclusivamente porquê uma estratégia de marketing do dedo, subordinado ao CMO da empresa.

Considero cá no post que a transformação do dedo é o contexto da empresa se posicionar porquê um “negócio do dedo”. Um “negócio do dedo” cria valor e receita de seus ativos digitais. Vai além de automatizar processos, pois alcança transformação de processos, modelos de negócio e mesmo experiência dos seus clientes pela exploração intensa da tecnologia do dedo. Implica o uso da tecnologia para substituir átomos (mundo físico) por bits (mundo do dedo), transformando itens físicos em bits. Na prática isto significa que os produtos embutem cada vez mais tecnologia, proporcionando a geração de novos modelos de negócio e novas maneiras de interação e engajamento com seus funcionários e clientes.

S impacto da transformação do dedo deverá ser muito maior que o do concepção de e-commerce de uns 15 anos detrás. Hoje a maior secção das transações que setores inteiros de indústria fazem com seus clientes já é via Internet, porquê bancos, negócio e empresas aéreas. Comprar online é rotina. Novos modelos de negócio surgem, porquê o AirBnB, que colocam em cheque setores consolidados, porquê o hoteleiro. Em muitos países, novos modelos de empréstimos, porquê os fornecidos pelo LendingTree (EUA) e Kiva, estão mudando a relação entre a sociedade e os fornecedores tradicionais de empréstimos, as instituições financeiras. Na Alemanha, o Friendsurance é uma ruptura no padrão tradicional da indústria de seguros.

Está nítido que a sociedade já está acostumada a usar a Web e os apps dos smartphones para suas atividades do dia a dia, seja a de localizar um táxi, comprar um resultado, fazer um check-in do voo ou uma transferência eletrônica entre contas correntes. Cosméticos é um exemplo interessante. Há cinco anos, os brasileiros não compravam pela Web. Em 2014, gastaram 1,3 bilhão de reais. Ainda somente 1,5% das vendas deste mercado, contra 6% nos EUA, imaginem o potencial de prolongamento. E, novamente, quem começou foi um negócio fora das tradicionais empresas do setor, a BelezanaWeb.

S uso de aplicativos porquê WhatsApp mudou a maneira porquê as pessoas interagem. Famílias trocam mais mensagens entre si que falam por fone. E praticamente todos nós compartilhamos, até compulsivamente nossas ideias, opiniões e quase tudo que fazemos em plataformas de mídias sociais porquê Facebook e Instagram. A sociedade está cada vez mais tecnológica...

e o processo de consumerização de TI é um movimento que pressiona as empresas a dotarem as mesmas tecnologias que seus clientes já usam. Eles adotam primeiro!

Mas quando mergulhamos nas ditas estratégias digitais das empresas vemos ainda muito desconforto e pouca ação concreta. Em um evento que participei perguntei em off a vários CIOs qual era realmente o alcance e abrangência da sua estratégia de transformação do dedo e as respostas que obtive variavam de “não temos realmente zero que se caracterize porquê uma verdadeira estratégia do dedo” a “ temos alguma estratégia, mas ainda isolada em setores muito específicos da empresa”. Nada mais…

Embora levante universo da pesquisa tenha sido pequeno ouso manifestar que ele representa uma exemplar muito razoável do intensidade de disseminação das estratégias de transformação do dedo nas empresas brasileiras. Creio que não será incorrecto expressar que poucas são as que podem declarar categoricamente que a “estratégia do dedo é secção integrante de nossa estratégia empresarial, patrocinada pelo próprio CEO”.

S vestimenta do concepção ainda estar nebuloso cria barreiras adicionais. Também observo que muitos fornecedores de tecnologia associam o processo de transformação do dedo à compra de tecnologias para cloud, Big data etc. Acrônimos porquê SMAC, CAMS e outros surgem cá e ali, todos de alguma maneira supervalorizando as tecnologias. Claro, a tecnologia é a impulsionadora, mas a transformação do dedo ocorre quando inserida na estratégia do negócio e não porquê um projeto de TI, só. Quando a organização pergunta a si mesma “porquê o mundo do dedo vai mudar as regras da competição em nosso setor de indústria?” e a resposta é “mudando a maneira porquê a tecnologia será usada na própria organização, transformando processos e modelos de negócio”, estamos começando a falar de transformação do dedo.

Como estrear uma transformação do dedo?
Antes de tudo considerar TI porquê contributiva para o negócio, tornando o setor mais inovador e menos operacional. Tecnologias porquê impressoras 3D, Internet das Coisas, Big Data e Cloud Computing, para referir algumas, devem transpor do campo das ideias futuristas, deixadas para depois de arrumar a lar, para impulsionadoras de mudanças nos processos e modelos de negócio. A teoria do primeiro o ERP, depois a inovação, só se sustenta se o mercado e a sociedade ficarem parados esperando sua empresa agir…

S mundo do dedo já chegou. Cada budget de negócios de uma forma ou outra será um budget de TI. Cada empresa será uma empresa de tecnologia. Portanto, por uma questão de sobrevivência os CIOs devem debutar a debater e a provocar a teoria de transformação do dedo em suas empresas. Devem buscar mostrar aos CEOs (muitos dos quais, é verdade, ainda nem se atentaram para as rupturas que a transformação do dedo já sinaliza em seus negócios) e a seus pares porquê os CFOs e CMOs que o contexto de mudanças provocadas pela digitalização da sociedade, a sociedade da economia do dedo, está chegando ao “point of no return” que na aviação significa impreterivelmente decolar, pois a opção, tentar abortar a decolagem fará com que a aeroplano se espatife depois o término da pista. G principal transpor da aversão a riscos e da zona de conforto, para ser mais inovador e transformador.

Fonte:Tecnologia