Ausente desde 2015, a Nintendo pegou o público brasiliano de surpresa quando anunciou em 4 de setembro seu retorno solene ao país, com o lançamento do Nintendo Switch no Brasil. Apesar de uma homologação na Anatel já ter assinalado para essa possibilidade, o aparelho da Big N havia sido registrado anteriormente, muito tempo antes de sua chegada, o que acabou não levantando muitas suspeitas.
A princípio, a gigante japonesa disponibilizou exclusivamente o padrão tradicional do videogame no mercado pátrio, além dos Joy Cons, do Pro Controller e de versões digitais dos games. Há planos para trazer o Switch Lite, mas infelizmente o dispositivo só deve chegar por cá no ano que vem.
Agora, a Nintendo acaba de revelar mais detalhes de sua estratégia para o Brasil, em entrevista do site com a diretora de marketing da companhia para a América Latina, Romina Whitlock. A executiva discutiu porquê foi o retorno da operário ao país, os obstáculos impostos pela taxação, a localização para o Português e mais. Confira:
O retorno ao Brasil
Quando perguntada sobre o retorno da Nintendo ao Brasil, Romina explica que a ação se deu por meio de um projecto de dois anos, iniciado com a introdução da eShop lugar em 2018. Com isso, os jogadores que já possuíam o console puderam ter aproximação aos games com mais facilidade, realizando assim pagamentos com métodos porquê o boleto, não havendo ainda...
a premência de utilização de cartões internacionais.
Outros pontos altos citados por Whitlock incluem a participação da empresa na Brasil Game Show 2018, além da geração dos canais de mídias sociais específicos para o país. Em seguida mudanças de hardware, mais especificamente no conector de pujança que precisou ser adequado às tomadas locais, o Switch foi logo lançado em varejistas que já vendiam os games oficialmente, porquê as Lojas Americanas e a Magazine Luiza, “para oferecer tudo em um único lugar”.
Jogos digitais e localizao
Já em relação ao trajo de que exclusivamente jogos em mídia do dedo foram disponibilizados por cá, Romina diz que as taxas e impostos sobre os cartuchos são o principal travanca, o que levou a empresa a descartar o formato físico. A diretora de marketing reforçou ainda a valimento da eShop lugar, que permite a distribuição com maior facilidade em todo o mundo.
Quanto à localização, Whitlock diz que o foco é expandir o catálogo na América Latina, ainda não havendo planos para traduções. Segundo ela, o escritório brasiliano da Nintendo ainda é muito pequeno, insuficiente para atender a enorme região coordenada pelo time. Tudo está sendo feito com calma para que a permanência a longo prazo seja garantida.
O papel da assistncia tcnica
Por término, Romina destacou a preço da assistência técnica no Brasil para o retorno da marca, sendo motivo de orgulho para a Nintendo diante da qualidade do serviço oferecido. Sediado em São Paulo, o suporte é prestado por uma autorizada e chegou a ser analisado pelo Detetive TudoCelular, que detalhou o processo para a solicitação de reparos, a cobertura do atendimento, a situação de consoles importados e mais.
E você, leitor? O que acha da estratégia da Nintendo nesse retorno ao Brasil? Conte pra gente nos comentários!