Lime encerra operações no Brasil em seguida seis meses no país


A Lime, gigante dos patinetes elétricos, anunciou, na última quinta-feira (09), que está encerrando sua atividade no Brasil. A empresa chegou por cá em julho de 2019 e já está indo embora devido ao cimalha dispêndio que encontrou para manter seus serviços com o argumento de que está deixando as cidades em que “a micromobilidade evoluiu mais lentamente”.

Com prejuízo estimado em US$ 300 milhões (aproximadamente R$ 1,2 bilhão) durante todo o ano de 2019, a Lime terá que deixar de operar em 12 cidades pelo mundo. Além de São Paulo e Rio de Janeiro, as duas cidades em que atuava no Brasil, fazem secção da lista as cidades sul-americanas de Bogotá (Colômbia), Buenos Aires (Argentina), Montevidéu (Uruguai), Lima (Peru) e Puerto Vallarta (México), uma cidade europeia chamada Linz (Áustria), muito porquê as cidades estadunidenses de Atlanta, Phoenix, San Diego e San Antonio.

Acontece que as empresas de patinetes elétricos, no universal, encontram dificuldades para obter lucros. No caso da Lime no Brasil, os custos se tornaram insustentáveis, já que a empresa continuava deficitária mesmo com incremento de 20% ao mês.

“Independência financeira é o nosso objetivo para 2020 e estamos confiantes de que a Lime será a primeira companhia da novidade geração de mobilidade a atingir lucratividade”, escreveu Brad Bao, CEO da Lime, em enviado nas redes sociais. De combinação com analistas, a Lime ainda sobrevive com o numerário de investidores.

Com informações do Engadget





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