Com os maiores números do país no segmento de entregas de comida, o iFood aproveitará o faturamento crescente para investir em novas tecnologias e se manter no topo. O aplicativo de delivery, que só em novembro do ano pretérito registrou 26,6 milhões de pedidos, concentrará forças no desenvolvimento de ferramentas de automação, porquê drones e robôs.
O planejamento foi explicado por Bruno Henriques, vice-presidente de inovação e lucidez sintético do iFood, em entrevista ao portal Idade Negócios. “A velocidade de mudança com que as coisas acontecem hoje e a forma porquê novos players entram no mercado obriga a gente a se reinventar toda hora”, diz. “Permanecer parado fazendo aquilo que já deu claro no pretérito é uma questão de tempo para a gente desancar no muro e se deparar com uma perda de liderança, alguma coisa do tipo”.
Ele explicou que, embora o iFood seja uma empresa consolidada, muito pela graduação que conseguiu, não pode permanecer paragem. Bruno a comparou com um grande embarcação, com rota estabelecida, mas que precisa manter células de inovação para, por ventura, mudar a trajetória.
“Essas células, que nós chamamos de jet skis, são grupos de poucas pessoas, com perfil inovador, com mente ensejo, com inclinação muito maior para tomar risco”, relata. “Se acho que...
existe um caminho entre os icebergs, eu mando o jet ski na frente. Se ele escadeirar, vai naufragar, mas é só um jet ski”.
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Vencer distâncias e aprimorar
No momento, os jet skis do iFood transitam na espaço de logística. Miram, sobretudo, os drones. “Nossa grande hipótese é usar os drones em áreas mais isoladas, porquê intermediário na entrega de comida”, explica. “A gente está pensando na aeroplano para executar essa intervalo longa. Ele faz a rota numa velocidade gigante e pousa em qualquer droneport. O entregador pega dali e percorre a última milha”.
Já os robôs, outro branco da
empresa, aumentariam a eficiência na recepção dos entregadores nos restaurantes.
“Hoje, a rossio de alimento dos shoppings está enxurrada de entregadores, com
aquelas mochilas grandes. Nossa teoria é organizar a retirada de comida com um
robozinho. Ele leva tudo para um ponto de encontro do lado de fora. Nesse ponto
de distribuição, um drone leva para longe ou a comida já sai com um entregador,
para um cliente final”.
Bruno diz que o iFood deve colocar em operação, até o término do ano, três unidades de drones e três de robôs. O executivo, porém, não especificou em quais cidades as máquinas irão operar.
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