Facebook facilita ingressão aos dados de seus usuários para os profissionais de marketing

Saber melhor o que as pessoas pensam sobre os seus produtos. Poder identificar tipos de pessoas que estão falando sobre produtos e serviço. M exatamente o que o Facebook passará a oferecer às marcas através de parceria com a empresa de estudo de dados DataSift.

De início, exclusivamente um seleto número de comerciantes que trabalham com a DataSift nos EUA e no Reino Unido terão aproximação aos chamados “topic data“, que no pretérito se limitavam a informações demográficas e de localização dos usuários da rede social.

A partir de agora, os anunciantes poderão obter mais informações úteis para saber porquê estruturar suas campanhas publicitárias, tanto dentro porquê fora do Facebook. Entre elas, o que as audiências estão dizendo no Facebook sobre eventos, marcas, temas e atividades, agrupadas de modo a preservar a identidade e a privacidade dos usuários da rede social. S Facebook garante que todas as informações utilizadas são anônimas e agregadas.

Um varejista de tendência, por exemplo, poderá ver<span title="A fashion retailer can see the clothing items its target audience is talking about to decide which products to stock.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
    “> os itens de vestuário nos quais o seu público-término tem interesse (por estar falando a reverência, ou por ter curtido sistematicamente)  para resolver quais produtos estocar.

<span title="A fashion retailer can see the clothing items its target audience is talking about to decide which products to stock.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
    “>Marcas poderão saber o que falam sobre ela ou o segmento a que pertence, para fazer análises de sentimento.

<span title="Instead, Facebook's product manager Matt Idema tells me marketers issue specific queries about “what's being shared, what people's opinions are about their brand, what are the trends, and anything that is top of mind.”</p><br /><br /><br />
<p>”>A instrumento permitirá consultas específicas sobre “o que está sendo compartilhado, a opinião das pessoas sobre determinadas marcas, as tendências de mercado e tudo o que for top of mind.

Embora leste tipo de oferecido já fosse disponibilizado por terceiros antes, o tamanho das amostras era, quase sempre, exagerado pequeno e, por isso, pouco significativo.

Portanto, em muitas situações,<span title="That means marketers get a holistic and actionable view of their audience for the first time.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
“> os comerciantes poderão ter dados acionáveis ​​do seu público no Facebook pela primeira vez.

Até cá, o Twitter vinha sendo visto porquê a grande mina de ouro para as empresas compreenderem porquê melhorar e/ou vender os seus produtos. Com o “topic data“ o Facebook quer provar que também tem muito valor no negócio de estudo de dados. Surpreendentemente, a rede social está dando as chaves da sua mina de perdão para a DataSift, em troca de ajudá-la a posicionar-se rapidamente no mercado. A <span title="DataSift will charge analytics firms a fee for queries, who will then mark up the price and sell it to brands.</p><br />
<p>”>DataSift, por sua vez, cobrará uma taxa para consultas.

Resta saber porquê os usuários do Facebook irão reagir ao veste de ter todas as suas publicações na risco do tempo, incluindo comentários,  alimentando melhor a segmentação de anúncios. Como muitas publicações e blogueiros americanos fizeram questão de ressalta, não há opt-out, e a única maneira de manter os dados totalmente fora do alcance dos algoritmos da rede social é  definir que as mensagens publicadas estejam visíveis para “somente eu”. Dados do Facebook Messenger também estarão fora do alcance da instrumento.

Fonte:Circuito De Luca