fã usa reconhecimento facial para rastrear participantes

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fã usa reconhecimento facial para rastrear participantes 1


Você também está cansado de precisar trocar de câmera manualmente para escoltar o dia a dia do seu participante preposto do BBB 22? O programador e estudante de engenharia da computação Rafael Azevedo, de 23 anos, morador de Jequié (BA), resolveu usar a tecnologia para perfazer com esse problema.

Ele criou uma extensão para o navegador Chrome, uma espécie de aplicativo, que usa reconhecimento facial para fazer a troca de câmera involuntariamente quando o participante que ele quer rastrear muda de cômodo na mansão mais vigiada do Brasil. A precisão da identificação dos brothers chega a 98%.

Por ter sido criada para o Chrome, a solução só funciona na versão do serviço de streaming Globoplay para computadores e notebooks. O projeto surgiu porquê uma premência pessoal, e, porquê o programador tem experiência com desenvolvimento para a web, a iniciativa tornou-se uma forma de se mostrar para o mercado. E deu patente.

No LinkedIn, sua publicação sobre a tecnologia recebeu mais de 30 milénio reações. Ao menos por enquanto, a extensão é para o uso pessoal de Azevedo.

Porquê funciona

A extensão realiza uma
title="Criação de Sites - Belo Horizonte - Minas Gerais">técnica
conhecida porquê raspagem de dados (web scraping) da página do BBB no Globoplay. Dali, são extraídos os dados das câmeras do programa, muito porquê os frames em tempo real de cada uma delas.

Com essas imagens, também chamadas de thumbnails, o algoritmo de lucidez sintético que Azevedo projetou realiza o processo de reconhecimento facial, utilizando as tecnologias MTCNN e FACENET, e também a tecnologia de aprendizagem de máquina SVM.

A página é analisada em intervalos pré-determinados, porquê a cada 30 segundos, para a extração de dados e troca de câmeras.

“Em seguida, uma extensão no Chrome consome as informações da API a cada determinado período de tempo, verificando em qual câmera determinado participante se encontra. A extensão redireciona involuntariamente para essa câmera”, explica em entrevista a Tilt.

Ele conta que a principal linguagem de programação utilizada foi Python.

Os projetos da API e da extensão foram compartilhados publicamente por Azevedo no post do LinkedIn para quem quiser usar os códigos.

Azevedo ainda não publicou a extensão na Chrome Web Store, a loja de extensões do navegador do Google, porque pensou nela porquê um projeto pessoal. Agora, analisa os custos associados ao servidor para oferecer a extensão na loja virtual para quem quiser diminuir e instalar facilmente.



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