Imagem: Remedy Entertainment
Todos os domingos, o Gizmodo Brasil traz uma curadoria de jogos para você testar no seu console de videogame, smartphone, tablet ou PC. Alguns deles podem não ser inéditos, nem terem sido lançados recentemente. A teoria cá é levar até você sugestões de títulos que possam ser do seu interesse — e quem sabe valham a pena dar uma oportunidade.
Lembrando que os jogos podem ter ser preços alterados a qualquer momento nas lojas em que estão acessíveis. A disponibilidade de cada um também pode ser alterada por secção das desenvolvedoras.
Phasmophobia (Steam)
Embora não tenha sido lançado em sua versão final, Phasmophobia é um fenômeno entre os jogos de terror desde o segundo semestre de 2020. O título é desenvolvido pelo estúdio Kinetic Games e coloca até quatro jogadores em uma missão cooperativa: eles precisam investigar um lugar assombrado e desenredar qual atividade paranormal está assombrando o envolvente. O fantasma em si é gerado aleatoriamente em cada partida, e reage a diferentes equipamentos usados pelos jogadores, porquê sensores de movimento, sal grosso, crucifixos, entre outros.
Além de desenredar qual é o fantasma da jogada, os players devem explorar o lugar em procura de fotos, manifestações bizarras, impressões digitais e outras evidências que apontem o tipo de assombração que estão lidando. Ao mesmo tempo, precisam evadir da entidade, que ataca espontaneamente. Se conseguirem detectar tudo isso e completar alguns objetivos, os jogadores sobem de nível e ganham moeda para comprar mais equipamentos e repetir a jogatina.
É verdade que a movimentação dos personagens e os gráficos não são os melhores. Mas o que mais tem feito o sucesso de Phasmophobia é que, além de ter uma proposta bastante simples, ele não requer um computador super potente para rodar. A popularidade também aumentou depois que muitos streamers passaram a se juntar em times...
de quatro pessoas para solucionar os mistérios de cada cenário — e esses sim são muito assustadores.
Phasmophobia está em Aproximação Apple Arcade” width=”800″ height=”450″ src=”https://www.youtube.com/embed/avGJU2hvVeA?feature=oembed” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen=””>
Escolhido porquê o jogo do mês no Apple Arcade em agosto de 2020, Little Orpheus é uma geração do estúdio The Chinese Room, responsável pelo magnífico Everybody’s Gone to the Rapture. E não é para menos: o game tem um dos visuais mais belíssimos que você encontra no serviço de assinatura da Apple, com jogabilidade relativamente simples em rolagem nivelado e gráficos que, a princípio, lembram um pouco a estética de Journey.
A trama acontece no ano de 1962. O protagonista é um cosmonauta soviético chamado Ivan Ivanovich, que habita uma região da Sibéria e é jogado em um vulcão extinto dentro do Little Orpheus, dispositivo de exploração usado para desbravar o meio da Terreno. Por alguma razão desconhecida, Ivan fica três anos perdido e reaparece na superfície alegando ter salvo o mundo. Só que o personagem perdeu a explosivo atômica dentro do motor da envoltório. Ameaçado por um general, Ivan agora precisa retornar ao meio do planeta e reaver a explosivo PS4″ width=”800″ height=”450″ src=”https://www.youtube.com/embed/oFjb_vlCsRA?feature=oembed” frameborder=”0″ allow=”accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture” allowfullscreen=””>
O jogo mais recente da Remedy Entertainment voltou aos holofotes no início deste ano depois ser disponibilizado para assinantes do Xbox Game Pass e da PlayStation Plus. A história gira em torno de Jesse Faden, uma jovem que ganhou poderes sobrenaturais depois uma experiência traumática na puerícia, a mesma que a fez confiar ter perdido seu irmão mais novo, Dylan. Em procura de respostas, ela vai até o prédio do Departamento Federalista de Controle, uma escritório governamental que estuda e armazena fenômenos estranhos. Só que, chegando lá, Jesse descobre que o prédio foi atingindo por uma força sobrenatural conhecida porquê “o Soído”.
Além dos cenários um tanto megalomaníacos, Control se destaca pela magnífico jogabilidade que mistura jogo de tiro em terceira pessoa com o uso dos poderes telecinéticos de Jesse. Ao longo da trama, ela vai aprendendo novas habilidades, porquê erguer objetos com o poder da mente e levitar no ar. Isso sem descrever na forma porquê a história é contada: vários arquivos espalhados pelo prédio do Departamento trazem informações pertinentes e revelam alguns segredos. Isso sem racontar que diversas vezes o game misturaS. O preço varia entre R$ 99 e R$ 149 na edição generalidade.