Agora o deepfake foi longe demais. A frase é repetida toda vez que a novidade tecnologia nos surpreende e coloca figuras famosas fazendo atitudes impensáveis no vídeo. Mas e esse “coral” de grandes nomes do pretérito e do presente cantando a tradicional “Evidências”?
O perfil do Instagram de Bruno Sartori ficou famoso por seus vídeos colocando o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em situações incomuns. Mas ele também brinca com outras figuras. Agora, escolheu Beyoncé, rainha Elizabeth, Michael Jackson, Quico (do Chaves) Mona Lisa e o presidente russo Putin para saírem da caixinha.
No vídeo publicado por Sartori, ele aparece à esquerda cantando o hit de Chitãozinho e Xororó, enquanto as bocas das celebridades se mexem da mesma forma, entoando a melodia de maneira assustadoramente realista. Imagina só trombar no karaokê com a Mona Lisa?
“Com o auxílio de...
lucidez sintético podemos gerar animações de pessoas utilizando somente uma imagem nascente, porquê fiz nesse vídeo. A tecnologia aliada à técnica de deepfakes possibilita, por exemplo, trazer Einstein à vida para que ele mesmo explique suas teorias”, defendeu Sartori no post.
Em resumo, deepfakes são materiais audiovisuais falsos feitos por meio do uso de lucidez sintético, incluindo rosto de uma pessoa no corpo de outra, com a intenção de simular uma ação que a pessoa dona daquele rosto nunca realizou. Isso pode ser usado com tom cômico, mas também é níveo de polêmica por poder ser aplicado de forma prejudicial – porquê em vídeos pornôs, por exemplo.