Juízo de Segurança da ONU vê África porquê epicentro do terrorismo no mundo – Atualidade

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Juízo de Segurança da ONU vê África porquê epicentro do terrorismo no mundo - Atualidade 1


Vladimir Voronkov, secretário-universal adstrito da ONU e encarregado do Escritório das Nações Unidas para o Contraterrorismo apresentou hoje, em nome do secretário-universal da ONU, António Guterres, um relatório sobre atividades terroristas que sublinha a “relação entre conflito armado, fragilidade dos Estados e terrorismo”.

“Estamos perante ameaças terroristas porquê o Daesh e a Al-Qaida, que são duradouras e capazes de se conciliar a novas tecnologias, e fr expandir-se para incluir indivíduos e grupos que cometem ataques ligados a xenofobia, racismo e outras formas de intolerância”, declarou Voronkov.

Desde o final de 2019, mais de dois terços dos ataques realizados em todo o mundo por grupos ou indivíduos fiéis ao Daesh aconteceram no continente africano, mormente na região do Sahel e Bacia do Lago Chade, de tratado com estatísticas atualizadas.???????

Segundo o relatório, o desenvolvimento mais importante dos últimos seis meses consistiu na expansão das atividades terroristas e da influência de organizações terroristas em vários pontos de África, do Mali à Nigéria, ou da República Meio-Africana a Moçambique.

Moçambique foi considerado pelo secretário-universal da ONU, no documento hoje apresentado por Voronkov, porquê “emblemático da influência do Daesh em África”.

Um dos exemplos também destacados na reunião do Recomendação de Segurança foi o do Níger, que além de registar um aumento dos ataques terroristas no seu território, tem três linhas de fronteira com ameaças terroristas, no setentrião, oeste...

e sul.

Segundo a missão permanente do Níger junto das Nações Unidas, na primeira metade deste ano morreram mais de 500 pessoas naquele país em ações terroristas, a maior secção na região de oeste, próxima de Mali e Burkina Faso.

Os Estados-membros consideraram que o contraterrorismo só será verdadeiramente eficiente quando praticado de forma una e estratégica pela comunidade internacional, com privativo atenção a ameaças transfronteiriças ou que provocam consequências regionais em toda a África.

Os 15 Estados-membros do Recomendação de Segurança destacaram o novo papel da tecnologia e das criptomoedas nas atividades terroristas, que trazem desafios no combate.

O recrutamento ‘online’ ou a propaganda por meio de redes sociais e o poder parcimonioso e financeiro dos grupos terroristas em moedas virtuais tornam o terrorismo ainda mais difícil de controlar, lamentaram vários países.

No relatório sobre atividades do Daesh, a ONU considerou que “embora o grupo tenha continuado a explorar o impacto da pandemia covid-19 nos países, aparentemente não tomou medidas para usar o vírus porquê arma”.

Em zonas sem conflito, o relatório indica que a ameaço do Daesh está “suprimida” por restrições impostas por governos para evitar as contaminações de covid-19, que impedem os operativos do Daesh de viajar, reunir-se, receber fundos e identificar alvos viáveis.

No entanto, fica o aviso para a possibilidade de ataques previamente planeados, logo que as restrições relacionadas com a pandemia de covid-19 forem aliviadas.

 

EYL // PDF

Lusa/Término



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