Depreender a felicidade pode ser uma boa recompensa para quem deseja inovar e encarar novos desafios, destaca Carlos Nepomuceno, diretor da Nepotalks. Segundo o profissional, para perceber transformações inovadoras é necessário compromisso e dedicação. Quanto mais esforço é exigido em determinada tarefa, mais gratificante pode ser a sua recompensa.
Inovar significa mudar e para mudar é necessário desapegar. Nesse processo, está a procura pela felicidade. “Ninguém inova se não descobrir que a felicidade está no término do túnel.”, afirma Carlos. De tratado com ele, quanto mais disruptiva for a inovação, maior será a taxa do desapego e mais profunda terá que ser a procura pela felicidade.
Existem dois tipos de felicidade: a Conjuntural, que praticamos todos os dias, e a Estrutural, que implica a definição de um projeto de vida. Quanto mais disruptiva é a inovação, mais as pessoas envolvidas no projeto terão que aumentar a taxa da Felicidade Estrutural. Assim, quando falamos em inovação disruptiva, se exige que aquele projeto esteja dentro da estratégia da Felicidade...
Estrutural dos envolvidos.
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Ninguém vai mudar alguma coisa de forma profunda na sua vida se não vê ganhos de felicidade ao final. Simplesmente, não terá vontade de encarar o duelo. Quando se vive uma felicidade mais superficial ou conjuntural, não se tem a cobiça de deixar pegadas. A inovação disruptiva exige um compromisso maior dos envolvidos com um projeto de longo prazo na sua própria vida. Em universal, a Estrutural é mais afeita ao perfil dos inquietos, aqueles que não se sentem muito se não houver um duelo na sua frente.
Na dez de 1990, pesquisadores da Cornell descobriram que médicos que recebiam um saquinho com doces antes de uma consulta chegavam a diagnósticos melhores, com menor verosimilhança de ficarem fixados nas suas ideias iniciais. Nascente estudo mostra que alguma coisa incrível acontece quando estamos felizes – ficamos mais motivados, temos mais facilidade em interpretar situações porquê um todo, enxergamos mais possibilidades com a ampliação da nossa visão periférica, tomamos melhores decisões, ficamos mais atentos e criativos.