Canad no bane Huawei e tenta lucrar tempo na disputa entre China e EUA


Assim porquê Reino Unificado, Austrália e Novidade Zelândia, o Canadá também tem sido pressionado pelos Estados Unidos a banir a Huawei da sua rede 5G. Mas, o governo do primeiro-ministro Justin Trudeau tem “pisado em ovos” quando o tema é a China.

De convenção com fontes do governo canadense, o país não deve anunciar o exílio da Huawei. No entanto, isso não deve impedir que a medida seja implementada na prática. A teoria é atrasar o pregão de veto da chinesa e lucrar tempo para que as operadoras consigam fechar acordos com Nokia e Ericsson.

As operadoras Bell Canada e Telus Corp já anunciaram parceria com as concorrentes da Huawei para edificar a rede 5G no Canadá. O país está apostando na estratégia onde uma pouquidade de solução deve resolver os problemas. Isso fez a Rogers Communications anunciar uma parceria com a Ericsson.

Apesar do governo canadense não se manifestar sobre a situação da Huawei, as operadoras do país já entenderam o recado vindo de Washington.

O primeiro-ministro Trudeau fez um conta político e entendeu que a melhor coisa é não fazer zero. Ao adotar essa estratégia, o Canadá não se indispõe com os chineses por banir a Huawei e também não incomoda os EUA por usar equipamentos da chinesa.

Além do conta político, o Canadá também tem outro agravante na sua relação com a China. Porquê a filha do fundador da Huawei, Meng Wanzhou, está presa no país, Ottawa precisa ser cuidadosa com as autoridades de Pequim. Isso porque dois cidadãos canadenses foram presos porquê uma espécie de “retaliação” chinesa:

Se não fosse pelos dois Michaels – cidadãos presos em Pequim – o Canadá já teria dito que baniu a Huawei da sua infraestrutura 5G. Por outro lado, o país não quer se ver na pele dos britânicos, que anunciaram o expatriação e ficaram sem opções.

As principais operadoras do Canadá não se manifestaram sobre o matéria, mas há um entendimento de que ninguém sabe o que o governo Trudeau pensa sobre o objecto. Já a Huawei disse que acredita na lentidão de Ottawa para tomar uma “decisão ponderada”.



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