Cade e MPF pedem a WhatsApp e Facebook que adiem novidade política de privacidade – Link

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Cade e MPF pedem a WhatsApp e Facebook que adiem novidade política de privacidade - Link 1


Cade e MPF querem adiamento da nova política de privacidade de WhatsApp e Facebook  

Cade e MPF querem delonga da novidade política de privacidade de WhatsApp e Facebook  

BRASÍLIA – Órgão governamentais e o Ministério Público Federalista (MPF) recomendaram que o WhatsApp e o Facebook adiem a ingressão em vigor de novidade política de privacidade do aplicativo de troca de mensagens.

O Juízo Administrativo de Resguardo Econômica (Cade), a Mando Pátrio de Proteção de Dados (ANPD) e a Secretaria Pátrio do Consumidor (Senacon) emitiram recomendação para que os aplicativos prorroguem a data de vigência da novidade política, que entraria em vigor 15 de maio, enquanto não forem adotadas recomendações das entidades.

Em janeiro, o WhatsApp comunicou que autorizaria o compartilhamento de dados pessoais dos usuários com empresas do Facebook, do qual o WhatsApp também faz secção.

No documento enviado às empresas, os órgãos não restringem o entrada de usuários que...

não aderirem à novidade política, “assegurando a manutenção do atual padrão de uso e, em peculiar, a manutenção da conta e o vínculo com a plataforma, muito porquê o aproximação aos conteúdos de mensagens e arquivos”.

“Os órgãos ainda recomendam ao Facebook que se abstenha de realizar qualquer tipo de tratamento ou compartilhar dados obtidos a partir do WhatsApp, com base nas alterações da política de privacidade, enquanto não houver o posicionamento dos órgãos reguladores”, afirmou nota das entidades.

Facebook e Whatsapp têm até segunda-feira para enviar respostas aos órgãos. No documento, Cade, MPF, ANPD e Senacon alegam que a novidade política de privacidade e as práticas de tratamento de dados apresentadas pelo WhatsApp podem simbolizar “violações aos direitos dos titulares de dados pessoais” e ter efeitos sobre a concorrência.

“Aliás, também há preocupação, sob a ótica da proteção e resguardo do consumidor, em relação à escassez de informações claras sobre que dados serão tratados e a finalidade das operações de tratamento que serão realizadas”, completam.





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