Argola de poeira na trajectória de Vênus é visto por completo pela primeira vez

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Argola de poeira na trajectória de Vênus é visto por completo pela primeira vez 1


Pela primeira vez, cientistas conseguiram conquistar imagens que mostram o argola de poeira orbital de Vênus por completo. Porquê o argola é constituído por inúmeras partículas, a invenção, publicada no The Astophysical Journal, pode explicar melhor porquê funcionam as trocas de grãos microscópicos no Sistema Solar.

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Isso é importante pois há muitas partículas desconhecidas na trajectória do Sol, sobretudo poeira, capazes de revelar detalhes enigmáticos sobre o nosso sistema. Por isso, os astrônomos ficaram fascinados ao identificar o argola nas fotografias, captadas pela Sonda Solar Parker, da Nasa.

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Já se sabia que no caminho da trajectória venusiana havia um pouco do tipo, assim porquê existe ao longo da trajectória de Mercúrio e da Terreno, mas essa é a primeira vez que os astrônomos obtêm imagens tão nítidas em luz branca de um disco no Sistema Solar interno.

Os dados foram coletados pela sonda de dentro da trajectória de Vênus, e revelam o argola em quase sua totalidade. Inicialmente, os astrônomos não sabiam exatamente o que estavam vendo nas imagens,...

e cogitaram coisas porquê feixes de luz emitidos pelo Sol ou mesmo uma lapso nas câmeras da Solar Parker. Logo, perceberem que o argola se alinha perfeitamente com a trajectória de Vênus, o que levou à desfecho de que seria um argola de poeira. Eles também verificaram que o fulgor é consistente com a dissipação da luz na poeira.

Conforme contou o astrônomo Guillermo Stenborg, do Laboratório de Pesquisa Naval dos Estados Unidos, “esta é a primeira vez que um argola de poeira circunsolar no Sistema Solar interno pode ser revelado em toda sua glória em imagens de ‘luz branca’”, um resultado que ele considera “muito peculiar”. É que ainda não sabemos muito muito porquê a poeira se distribui pelo Sistema Solar — embora haja algumas hipóteses — e as imagens obtidas podem fornecer ótimas pistas para os futuros modelos do nosso “bairro cósmico”.

Uma das hipóteses sobre a poeira interplanetária é a de que existe um mecanismo no qual partículas espalhadas pelos asteroides e cometas seguem para orbitar o Sol no “rastro” de outros objetos, porquê o planeta Vênus, ou mesmo Mercúrio e a Terreno. Os anéis de poeira também poderiam se formar partir da nuvem primordial, na qual todos os planetas se formaram através de aglutinamentos entre partículas, mas alguns pesquisadores descartam essa possibilidade porque a seriedade de cada planeta, asteroide e cometa provavelmente já capturou toda a poeira que quiçá restasse em seguida a formação do Sistema Solar.

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