Estudo Nokia 5.3, intermediário competente e com Android “puro”

Please enable / Bitte aktiviere JavaScript!
Veuillez activer / Por favor activa el Javascript![ ? ]

Receba os artigos diretamente no seu email


Estudo Nokia 5.3, intermediário competente e com Android "puro" 1


Tudo sobre

Estudo Nokia 5.3, intermediário competente e com Android "puro" 2

Estudo Nokia 5.3, intermediário competente e com Android "puro" 2

Saiba tudo sobre Nokia 5.3

Ficha técnica


Quando ouvimos falar no retorno da Nokia ao mercado de celulares no Brasil, é até estranho perceber que um dia ela se foi. A marca, agora sob o comando da finlandesa HMD Global, desembarcou novamente em território pátrio neste ano apostando nos segmentos básicos e intermediário, dois dos mais movimentados por cá.

A mais recente investida da empresa para tentar reconquistar o coração — e o bolso — dos brasileiros é o Nokia 5.3, lançado em novembro deste ano. O celular traz porquê principal engodo o sistema Android “puro”, ou seja, sem nenhuma modificação ou apps pré-instalados, conjunto quádruplo de câmeras e um visual dissemelhante do que encontramos em opções da concorrência.

Estudo Nokia 5.3, intermediário competente e com Android "puro" 4
Nokia 5.3 aposta no Android “puro” e na garantia de atualizações constantes para invadir os brasileiros (Foto: Diego Sousa/)

Tive a oportunidade de usar o Nokia 5.3 porquê meu smartphone principal por algumas semanas, e nos próximos parágrafos narrativa todos os seus pontos positivos, negativos e destaques. Será que o aparelho tem o que é necessário para contender com as gigantes Motorola e Samsung no segmento intermediário?

Construção e design

Lançado no mercado global em março deste ano, o Nokia 5.3 segue a risco de design da geração anterior dos smartphones mais básicos da Nokia, que foram apresentados no final do ano pretérito e início deste ano: a tela ocupa grande secção da região frontal, mas possui um notch em formato de pinga para a câmera frontal. O formato é mais idoso que o estilo com furo no display, mas a diferença é mais visual do que funcional, pois não atrapalha ao velejar ou visualizar conteúdos, por exemplo.

Suas bordas também são mais visíveis que em outro modelos da mesma fita de preço, muito disso graças ao logo da Nokia presente na região subalterno. Isso dá uma sensação inicial de que estamos diante de um celular mais substancial. Essa sensação logo desaparece quando o pegamos na mão, pois sua pegada é firme e robusta, apesar da construção de plástico.

Estudo Nokia 5.3, intermediário competente e com Android "puro" 5
Nokia 5.3 tem bordas mais visíveis e o ultrapassado notch em formato de pinga (Foto: Diego Sousa/)

Na secção traseira, a única coisa de dissemelhante é o módulo de câmeras em formato cirular, um pouco que não vemos com muita frequência atualmente. Me agrada o roupa de a Nokia querer se distanciar dos concorrentes apostando em visuais menos comuns. O lugar agrupa quatro sensores traseiros e um flash de LED no meio deles — mas comentaremos mais sobre eles aquém.

Estudo Nokia 5.3, intermediário competente e com Android "puro" 6
Conjunto fotográfico circunvalar não é muito generalidade em smartphones atuais (Foto: Diego Sousa/)

Embaixo do conjunto fotográfico há um leitor de impressões digitais, que durante os meus testes se saiu muito muito no desbloqueio, apesar do tamanho avantajado do celular. O Nokia 5.3 também conta com método de desbloqueio facial, mas utiliza a câmera de selfie para funcionar. A opção não funcionou muito em diversas situações, incluindo cenários noturnos e ensolarados, provavelmente devido ao sensor de baixa qualidade.

Tela e som

A Nokia incluiu uma tela de 6,55 polegadas no Nokia 5.3 com proporção 20:9, o que o deixou ligeiramente mais esticado. Na prática, o conjunto faz com que a navegação com uma mão se torne um duelo — durante minha utilização, quase sempre o usei com as duas mãos. Aliás, infelizmente o celular não vem com um modo de operação com uma mão, disponível em diversos outros modelos com tela grande — não que seja uma função extremamente necessária cá, mas ter a opção de usá-la ou não seria interessante.

Estudo Nokia 5.3, intermediário competente e com Android "puro" 7
Tela do Nokia 5.3 é exclusivamente HD+ (Foto: Diego Sousa/)

A solução é exclusivamente HD+ (1.600 x 720 pixels), o que, coligado ao display maior, não traz uma qualidade de imagem muito supra da média. Cá, caberia ao menos um Full HD+ para deixar a reprodução de vídeos no YouTube mais aprazível. Um ponto positivo, no entanto, é o pintura IPS LCD, que exibe cores bastante fiéis e um clarão intenso para a categoria. Não notei dificuldades em velejar pelo celular sob o sol.

Porquê esperado de um padrão mais essencial, o som que sai do Nokia 5.3 é exclusivamente mono, mas surpreendentemente traz vozes muito claras, sendo ideal para lives e podcasts. Quando o matéria é música, o superior-falante não lida muito muito com a instrumentação, distorcendo muito o som dos instrumentos.

Em faixas mais agitadas, porquê Uncomfortable, da filarmónica Halestorm, o som ficou tão distorcido ao ponto de não ser provável identificar os instrumentos da melodia. Lado a lado com o Galaxy S8+ de 2017, também com cimeira-falante mono, o Nokia 5.3 traz resultados mais abafados e sem vida. O smartphone oferece fones de ouvido na caixa, mas eles não oferecem qualidade sonora muito superior.

Ficha técnica e desempenho

O Nokia 5.3 é movido pelo chip Snapdragon 665 da Qualcomm, com oito núcleos de processamento rodando a até 2 GHz. Ele trabalha com 4 GB de memória RAM, 128 GB de armazenamento interno (expansíveis via cartão microSD) e GPU Areno 610. Durante os testes, não houve lentidão na exórdio de aplicativos, e a transição entre eles se deu de forma suave, o que mostra um bom gerenciamento de memória.

Estudo Nokia 5.3, intermediário competente e com Android "puro" 8
Smartphone da Nokia é um intermediário competente (Foto: Diego Sousa/)

Facebook, Twitter, Instagram, TikTok e Twitch não apresentaram travamentos ao rolar pelo feed; já jogos mais pesados, porquê Asphault 9 e Dead By Daylight, por outro lado, só rodaram com qualidade satisfatória nas configurações mais baixas; Free Fire, Among Us, Subway Surfers e Yu-Gi-Oh Duel Links, que são títulos mais leves, também tiveram desempenho aprazível na maior secção do tempo, mesmo com gráficos mais detalhados.

Em testes de benchmark, o Nokia 5.3 ficou próximos aos modelos Redmi Note 8, Motorola Moto G9 Play, Galaxy A51 e Multilaser H, mas supra de Galaxy A21s, A30s. Resumindo, o smartphone da Nokia é um bom intermediário, pronto para executar muito tarefas que não demandam muito poder de processamento, porquê jogos com gráficos no médio e redes sociais.

Câmeras

No totalidade, são quatro câmeras na secção traseira, agrupadas em um aro circunvalar. A principal tem 13 MP, com franqueza de f/1.8 e autofoco por detecção de período, seguida por uma ultra grande-angular de 5 MP e uma macro, esta de exclusivamente 2 MP. A quarta câmera é, na verdade, um sensor de profundidade, que auxilia no famoso modo retrato — aquele que desfoca o fundo das imagens.

Estudo Nokia 5.3, intermediário competente e com Android "puro" 9
Nokia 5.3 tem 4 câmeras traseiras, com principal de 13 MP (Foto: Diego Sousa/)

O software de câmera não é dos mais intuitivos, e encontrar outros modos de retrato, porquê a ultrawide e a macro, não é uma tarefa fácil. Logo de rosto, é provável observar somente os modos retrato e noite, além da gravação de vídeo e a função Google Lens. Para acessar as outras lentes, é preciso perfurar o menu de opções e selecionar a opção “Quadrângulo”, o que não faz o menor sentido.

Estudo Nokia 5.3, intermediário competente e com Android...<BR>  <script type=/*');/*]]>*/
"puro" 10" caption="true" title="Estudo Nokia 5.3, intermediário competente e com Android "puro" 10" />
Software de câmera do Nokia 5.3 não é dos mais intuitivos (Foto: Diego Sousa/)

No universal, as fotos tiradas com o Nokia 5.3 apresentam uma boa fidelidade de cores, mantendo um estabilidade na saturação e no contraste, dissemelhante dos smartphones mais básicos da Samsung. Em cenários externos, os resultados são, em sua maioria, agradáveis, salvo algumas exceções em que o celular simplesmente não conseguiu focar no objeto principal.

O modo retrato do Nokia 5.3 é feito com a ajuda de lucidez sintético e o sensor de profundidade de 2 MP. Os resultados são o que se espera de um padrão mais essencial: o desfoque isola completamente o fundo, de traje, mas o recorte do objeto principal é indefinido, resultando em contornos borrados.

Estudo Nokia 5.3, intermediário competente e com Android "puro" 11
Os contornos no modo retrato são fora de foco (Foto: Diego Sousa/)

Em ambientes pouco iluminados, o smartphone tem porquê opção o modo noturno. As fotos tiradas com o aparelho apresentam níveis de cintilação e nitidez aceitáveis para a categoria, mas os ruídos também se sobressaem nesse modo.

Estudo Nokia 5.3, intermediário competente e com Android "puro" 12
Esquerda: modo normal / Direita: modo noite (Foto: Diego Sousa/)
Estudo Nokia 5.3, intermediário competente e com Android "puro" 13
Esquerda: modo normal / Direita: modo noite (Foto: Diego Sousa/)

A câmera ultra grande-angular, por sua vez, traz cores lavadas, distorções nos cantos e um péssimo controle de iluminação, típico de modelos mais baratos. Por ter somente 5 MP, os elementos nas imagens também não têm boa definição.

Estudo Nokia 5.3, intermediário competente e com Android "puro" 14
Foto: Diego Sousa/

Com 2 MP, a câmera macro do Nokia 5.3 não faz sentido de subsistir, produzindo fotos sem nenhuma definição. Utilizar o sensor principal de 13 MP para fotografar objetos próximos é uma escolha mais acertada.

Estudo Nokia 5.3, intermediário competente e com Android "puro" 15
Esquerda: macro de 2 MP / Direita: principal de 13 MP (Foto: Diego Sousa/)

O Nokia 5.3 consegue gravar vídeos nas resoluções HD (720p), Full HD (1080p) e 4K, todas as opções a 30 quadros por segundo. A qualidade da imagem é boa, mas não traz uma estabilização decente e a captação de áudio é precária.

Para selfies, a câmera de 8 MP e lhaneza de f/2.0 não faz um bom trabalho tanto em ambientes internos quanto externos. O software tende a suavizar demais as imperfeições do rosto, e a lhaneza maior não lida muito em cenários com iluminação desafiadora.

Software e interface

Além das especificações técnicas que dão conta da maioria das tarefas atuais, o Nokia 5.3 faz secção do programa Android One, que traz um Android sem modificações na interface nem aplicativos pré-instalados de fábrica — o famoso “Android puro”. De trajo, se você não curte muitas alterações no sistema e prefere uma experiência de uso mais próxima aos smartphones da risco Pixel, a aposta da Nokia pode ser uma opção ideal.

Estudo Nokia 5.3, intermediário competente e com Android "puro" 16
Sistema Android “puro” é um dos principais chamarizes do Nokia 5.3 (Foto: Diego Sousa/)

Ainda, a décima geração do Android já oferece alguns dos principais recursos disponíveis em interfaces de outras fabricantes, porquê o sistema de navegação por gestos, que permite acessar os apps recentes, voltar para a tela inicial e voltar uma página exclusivamente deslizando os dedos sobre as bordas do aparelho. No entanto, faz falta a pouquidade de um equalizador de som e o modo de operação com uma mão.

Assim porquê os modelos da risco K da LG, o Nokia 5.3 também conta com um botão devotado para Google Assistente. Seu uso, no entanto, não faz muito sentido, já que é provável configurar a assistente para responder a comandos de voz mesmo com a tela desligada.

Segundo a própria HMD Global, o Nokia 5.3 já está pronto para o Android 11, embora nossa unidade de testes ainda não tenha recebido a atualização. A empresa também promete atualizações mensais de segurança por três anos, ou seja, até 2013. Isso é uma notícia e tanto para quem pretende comprar o Nokia 5.3, já que outras fabricantes, porquê a Samsung, garantem suporte trimestral a alguns modelos, principalmente os básicos e intermediários.

Bateria

O Nokia 5.3 tem 4.000 mAh de bateria com tecnologia Adaptive Battery, da Qualcomm. Na prática, o recurso aprende com o tempo os aplicativos que você menos usa e limita o uso do celular para poupar vigor. Na caixa, a Nokia incluiu um adaptador de pujança com 10 W de potência.

Em um dia de testes reproduzindo um dia de uso normal, tirei o Nokia 5.3 da tomada com 100% às 8 horas da manhã. Ao meio-dia, com três horas de streaming de vídeos na Twitch, uma hora de navegação em redes sociais, uma hora de Spotify, 30 minutos de jogo e outros 30 minutos tirando fotos, o smartphone caiu para murado de 65%, o que é uma marca muito boa para a categoria.

No término do dia, por volta das 19 horas, o Nokia 5.3 chegou a respeito de 35%, fazendo em média de sete horas de tela ligada, com cintilação ajustado e Wi-Fi. Em reprodução de vídeos no YouTube, o smartphone descarregou 10% em uma hora, o que daria para presenciar uns dois filmes de duas horas completo numa boa.

O celular conta com recarga de 10 W de potência, mas o carregamento não é tão rápido. De 0% a 100%, leva-se pouco menos de duas horas para completar a fardo.

Nokia 5.3: vale a pena?

O Nokia 5.3 tem uma tarefa difícil cá no Brasil, que é levar a Nokia novamente à boca dos consumidores. Para isso, o celular aposta em design robusto e dissemelhante, que proporciona uma visual único; chipset competente capaz de tirar as principais tarefas e jogos da Play Store de letra; e o sistema Android “puro”, que dá uma sensação de ser o “Pixel da Nokia”.

Por outro lado, o Nokia 5.3 desliza mal-parecido no conjunto de câmeras, geralmente apresentando cores lavadas e definição de imagem precária, principalmente nos sensores ultra grande-angular e macro. A tela de 6,55 polegadas também deveria ser Full HD, em vez de HD, cuja solução daria mais qualidade para aproveitar conteúdos multimídia no display gigante.

O saldo final do Nokia 5.3 é positivo, estando um degrauzinho adiante do K62+, opção mais recente da LG no Brasil. Com exceção do conjunto fotográfico e da tela, o smartphone da Nokia oferece mais desempenho, elegância, bateria e a melhor interface de sistema. Seu principal problema, no entanto, é o preço: atualmente, com o valor do Nokia 5.3 já é provável levar para morada o Galaxy A71, M31 ou o Motorola One Fusion, exemplos melhores em todos os sentidos.

Se o Nokia 5.3 chegasse na média dos R$ 1.000 a R$ 1.200, seria muito mais fácil recomendá-lo frente às opções da LG. Caso você o veja por esse valor durante a Black Friday, não hesite.

Nokia 5.3: ficha técnica

  • Tela: 6,55 polegadas, HD+, 60 Hz, IPS LCD;
  • Chipset: Qualcomm Snapdragon 665;
  • Memória RAM: 4 GB;
  • Armazenamento interno: 128 GB;
  • Câmera traseira: 13 MP (principal) + 5 MP (ultrawide) + 2 MP (profundidade) + 2 MP (macro);
  • Câmera frontal: 8 MP;
  • Dimensões: 164.3 x 76.6 x 8.5 mm;
  • Peso: 185 gramas;
  • Bateria: 4.000 mAh;
  • Extras: leitor de digitais na traseira, botão devotado do Google Assistente, gravação em 4K; ingressão de 3,5 mm para fones, Bluetooth, NFC,
  • carregamento rápido;
  • Cores disponíveis: cinza e azul;
  • Sistema operacional: Android 10 com promessa para o Android 11.

O que você achou do Nokia 5.3? Conte-nos aquém, no campo dos comentários!

Gostou dessa material?

Inscreva seu email no para receber atualizações diárias com as últimas notícias do mundo da tecnologia.



Fonte