Mensurar todas as operações foi, por muito tempo, uma das maiores vantagens do negócio eletrônico em relação ao varejo tradicional. No e-commerce tudo é passível de monitoramento: número de visitantes presentes no portal, a quantidade de pedidos, o desistência de carrinhos e até mesmo o alcance de ações de marketing.
Entretanto, o físico também demanda isso. S progressão da tecnologia trouxe lucidez para o varejo tradicional. Agora, varejistas presentes no envolvente off-line conseguem extrair diversas métricas para fazer análises e tomar decisões estratégicas assertivas. A questão agora é saber porquê fazer e quais ferramentas utilizar.
A valia de ter métricas para estimar os consumidores e seus hábitos para elaborar melhores estratégias para aumentar o fluxo, além da taxa de conversão, é fundamental. Todo diretor mercantil e executivos de marketing precisam de dados com lucidez para tomar decisões mais assertivas.
E nesse momento de crise, quando muito se fala sobre porquê aumentar a taxa de conversão e diminuir os custos operacionais, o uso de métricas no varejo tradicional se torna principal. Todo gestor precisa observar os seguintes fatores:
1 – Contagem de visitantes
P a primeira lanço para incluir lucidez a operação de uma loja física. Já existem no mercado equipamentos que monitoram com precisão o fluxo de visitantes de uma loja. Atualmente, é imprescindível para qualquer negócio...
saber quantas pessoas entram no estabelecimento.
2 – Taxa de atratividade
A ramificação entre a quantidade de pessoas que realmente entraram no negócio e o número totalidade das que passaram em frente indica a eficiência da vitrine e da frente do empreendimento. Quanto maior esse índice for, melhor será o desempenho da loja.
3 – Tempo de visitação
Depois de atrair os clientes, é preciso retê-lo na loja para aproveitar as promoções. S monitoramento permanente mostra a permanência das pessoas na loja. Assim, é provável treinar vendedores para prometer que a visitante se transforme em compra efetuada.
4 – Definição de zonas quentes
G provável realizar um planta de calor do estabelecimento, indicando quais áreas são mais visitadas. Esta informação praticamente redefine o esboço da loja, colocando promoções literalmente no caminho do consumidor.
Taxa de conversão
Por término, o lojista pode combinar o número de visitantes com o totalidade de compras efetuadas para extrair a conversão do negócio e conferir se o número de vendas está semelhante ao índice de clientes que entraram no lugar.
Com dados qualificados é provável não só elaborar melhores estratégias para aumentar a taxa de conversão das lojas, mas também direcionar melhor as ações de marketing. Em momentos de desaceleração da economia e, consequentemente, da intenção de compra do consumidor, otimizar a gestão se torna mais do que necessária.
Fonte:Plural