A SpaceX está expandindo os testes de seu serviço de internet via satélite, Starlink, e passou a admitir reservas de potenciais consumidores. Interessados devem cadastrar seu endereço no site da empresa e remunerar uma taxa de US$ 99 – R$ 530, o equivalente a um mês de serviço -, que é reembolsável em caso de desistência.
Iniciando pelos Estados Unidos, Canadá e Reino Unificado, a pré-venda já está disponível, mas a empresa afirma que algumas regiões terão cobertura a partir de meados de 2021, enquanto outras indicam cobertura em 2022. As informações são da CNBC.
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Um aviso no site informa que uma suplente “não é garantia de serviço”, e que pedidos podem demorar “seis meses ou mais para serem atendidos”. A SpaceX começou o beta da Starlink em outubro pretérito. Batizado de “Melhor do que zero”, o programa oferece entrada antecipado à rede por US$ 99 mensais, mais US$ 499...
pela compra do equipamento de aproximação – antena, tripé e roteador.
A empresa deixa muito evidente o que os usuários podem esperar: velocidade de entrada entre 50 e 150 Mb/s e latência entre 20 e 40 ms, além de “breves períodos sem nenhuma conexão”. Mas, segundo a SpaceX, a largura de filarmónica irá aumentar, e a latência vai diminuir, à medida que mais satélites forem lançados e mais estações na Terreno sejam instaladas para receber os sinais.
Mas os planos de Elon Musk vão muito mais além: o objetivo, a médio prazo, é que a internet da Starlink chegue a 1 Gb/s e, a longo prazo, a impressionantes 10 Gb/s. Atualmente, o serviço conta com 10 milénio usuários, mas estima-se que sejam necessários ao menos 3 milhões de assinantes para tornar o negócio lucrativo.
Musk segue otimista, e já disse em diversas oportunidades que planeja fazer IPO da Starlink – mas antes precisa “prever o fluxo de caixa razoavelmente muito”, afirma o CEO da SpaceX.
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