Por Joseph Menn
SAN FRANCISCO (Reuters) – O Google planeja movimentar as contas de seus usuários britânicos para fora do controle dos reguladores de privacidade da União Europeia, colocando-os sob a jurisdição dos Estados Unidos, confirmou a empresa na quarta-feira.
Antes da confirmação, a Reuters havia divulgado os planos da empresa, citando pessoas familiarizadas com o objecto.
A mudança, motivada pela saída do Reino Unificado da UE, deixará as informações pessoais sensíveis de dezenas de milhões com menos proteção e dentro do alcance mais fácil da polícia britânica.
O Google, da Alphabet, tem a intenção de exigir que seus usuários britânicos aceitem novos termos de serviço, incluindo a novidade jurisdição, de conciliação com pessoas familiarizadas com os planos.
“Zero sobre nossos serviços ou nossa abordagem à privacidade mudará, incluindo porquê coletamos ou processamos dados e porquê respondemos às demandas da lei por informações dos usuários”, afirmou o Google em expedido por email. “As proteções...
do Regulamento Universal de Proteção de Dados (GDPR) britânico ainda se aplicam a esses usuários”.
Um porta-voz se recusou a responder perguntas.
O Google decidiu tirar seus usuários britânicos da jurisdição irlandesa, porque não está evidente se o Reino Unificado seguirá o GDPR ou adotará outras regras que podem afetar o a forma porquê lida com os dados de usuários, disseram as pessoas.
Se os usuários britânicos do Google mantiverem seus dados na Irlanda, seria mais difícil para as autoridades britânicas recuperá-los em investigações criminais.
O Google também poderia ter contas britânicas respondendo a uma subsidiária britânica, mas optou por não fazer isso, disseram as pessoas.
Nos próximos meses, outras empresas de tecnologia dos EUA terão que fazer escolhas semelhantes, de convénio com pessoas envolvidas em discussões internas em outros lugares.
O Facebook, que tem um sistema semelhante ao do Google, não respondeu imediatamente aos pedidos de glosa.