
espaço no mercado “de massas”. Até videogame “pirata” tinha vez na televisão. Era o caso do Phantom System, reprodução brasileira do Nintendinho (NES) que fez muito sucesso por cá. Esse cá é o meu mercantil predilecto da lista: Pegar a maior fileira do banco para poder jogar mais no Game Boy? Uma ótima teoria – mormente se fosse apresentada pelo grande Márcio Ribeiro, que apresentava o X-Tudo. A direção ficava por conta de Fernando Meirelles — o mesmo de Rá-Tim-Bum e Cidade de Deus. E esse slogan? “É Nintendo ou zero!” Cá aquém, reuni mais alguns comerciais que você precisa ver — seja pela mania ou pela preciosidade. É alguma coisa na risco “mostre-me sua propaganda e te direi quem és”. É o caso desse pregão “futurista” do Sega Saturn, de 1995. O que é essa moça com os aneis na cabeça, meu Deus? Isso deve doer! “Ah, eu tô maluco”. Poucas expressões seriam mais anos 1990 do que isso! Opa, não: “muitos pegas” para definir o clima de competição acirrada em Mario Kart 64. Ai, Adriane. Em 1999, o Dreamcast chegava ao Brasil já na período “decadente” da distribuição dos consoles da SEGA por cá. “Ele está entre nós”, dizia o slogan da estação. Lembrou de mais qualquer mercantil bizarro dos games nos anos 1980 e 1990? Deixe nos comentários!
Com informações de (Manancial):Que Mario?