Operadoras perdem mais de 12 milhões de linhas do pré-pago em 5 meses

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As operadoras brasileiras perderam mais de 12 milhões de linhas pré-pagas nos últimos 5 meses, segundo o balanço da Anatel para o mês de outubro de 2015.  Depois da queda de mais de 4 milhões de linhas pré-pagas em setembro, o mercado voltou a desabar em outubro (menos 2,2 milhões de linhas).  S que contribuiu para um encolhimento da base de instalada de telefones  móveis em  2,1 milhões, considerando também os cancelamentos pós-pagos, em muitos casos por conta do aumento da inadimplência.

De contrato com as contas da consultoria Teleco, nos meses de setembro e outubro foram desativadas pouco mais de 6 milhões de linhas móveis, considerando planos pós e pré-pagos.

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Manancial: Teleco

“Essa queda no número totalidade de usuários móveis é uma tendência que veio para permanecer”, explica Rodrigo Abreu, presidente da Tim Brasil (à direita na foto). “Está havendo uma redução oriundo”, diz o executivo, lembrando que é preciso fazer a relevo entre os usuários totais (mais de uma risca por CPF) e os usuários únicos (que considera o CPF, especificamente). “S número de usuários únicos de telefonia traste no país, de voz,  vai continuar crescendo, embora em uma velocidade mais lenta”, diz ele. “Nossa estimativa hoje é de que existam no Brasil perto de 140 milhões de usuário únicos”, completa.

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A diferença entre o número de usuários únicos e de usuários totais é provocada, em grande troço, pelo hábito de uso de múltiplos SIM cards, de diferentes operadoras. “Em média, em um determinado momento, cada usuário único chegou a ter mais de 2 chips ativos”, diz ele.

“Acreditávamos que esse número médio iria desabar no médio prazo, em 2017″, lembra Abreu. Mas já em junho, segundo ele, as operadoras perceberam que a relação chips por usuários não só havia estabilizado, porquê já começava a desabar, não tanto pelo uso de VoIP, mas pelo aumento das trocas de mensagens. “E essa tendência foi exacerbada pela crise econômica, contenção de despesas, etc”, completa o executivo. “Por isso, começamos a mudar o nosso mix de resultado. A tendência é que o usuário pré-pago concentre o uso em uma operadora. Nosso movimento é...

nos preparamos para ser a operadora de escolha do usuário. Porquê somo líderes do mercado pré-pago, somos a que mais tem a proteger”, afirma.

A consolidação está provocando um fenômeno interessante: o mercado pós-pago também começou a crescer, segundo o executivo. Por uma dupla função: porquê há uma concentração de despesas em uma única operadora, naturalmente esse usuário passa a olhar o pós-pago porquê mais vantajoso.

2G e 3G encolhem
A redução da base de celulares está ocorrendo principalmente nos segmentos  2G e 3G que apresentaram perdas de 3,0 e 1,2 milhões de celulares respectivamente em outubro. Secção destes celulares migrou para o 4G que apresentou prolongamento de 2,2 milhões em outubro, rompendo a barreira de 20 milhões de linhas ativas no país.

Em 12 meses, portanto, a base instalada de 4G cresceu 308%, com a ativação de 15 milhões de acessos.

S 4G não só vem impedindo uma queda mais drástica nas adições do mercado traste, porquê vem sustentando, em número de usuários, o mercado de margem larga traste.

Considerando os acessos 3G e 4G, a filarmónica larga traste permaneceu fixo em outubro, somando 200,5 milhões de acessos. A cobertura do 3G já chega a 4.295 municípios, que concentram 94% da população. Em 12 meses, houve um incremento de 13% no número de municípios cobertos pelo 3G, com ativação de 486 novas cidades nesse período, mas a base instalada de usuários já começou a desabar.  Foram menos  1,15 milhão de acessos em outubro, comparado à base instalada de 3G no término de setembro.

Já o 4G está presente em 359 municípios, que concentram mais da metade da população brasileira (52%), segundo a Telebrasil. Um incremento de 178% no período de 12 meses,  com implantação da tecnologia de quarta geração em 230 novas cidades.

“A gente não pode confundir a penetração com o desenvolvimento do uso de dados (volume) e da receita com dados”, pondera o presidente da Tim. Só a Tim cresceu a receita de dados em mais 40% no último trimestre, e o volume de dados trafegados em sua rede em mais de 30%. “M originário que, ao longo do tempo, o desenvolvimento da penetração da filarmónica larga traste seja mais lento”, diz ele. Primeiro pela redução no volume do pré-pago, com chips sendo desativados. Segundo pela mudança da base para o 4G.

“4G é o horizonte da empresa”, afirma Rodrigo Abreu. Hoje representa 10% dos usuários da Tim. S 3G continua crescendo em função da transmigração dos usuários de 2G. Mas vai embicar para insignificante, com o aumento da cobertura do 4G. “Estamos chegando hoje a 58% de cobertura”, afirma o presidente da Tim. São quase 400 cidades, muitas pequenas, no interno.

 

Manancial:Circuito De Luca