De congraçamento com o Ministério da Saúde, caso os resultados dos testes sejam positivos, serão 30 milhões de doses da vacina até janeiro
O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros, afirmou que já estão encomendadas pelo governo brasiliano 100 milhões de doses da vacina contra a covid-19 da Universidade de Oxford. Espera-se que o Brasil receba um primeiro lote de 15,2 milhões de vacinas em dezembro e, caso os testes e estudos sobre a eficiência do medicamento sejam aprovados até lá, o processo de vacinação poderá ser iniciado.
Haveria ainda um segundo lote com mais 15,2 milhões de doses, que deve ser entregue em janeiro. Ainda segundo...
Medeiros, o ministério fechou um conciliação para a compra de 100 milhões de doses. Na terceira tempo dos testes, a vacina está sendo testada no Brasil com a ajuda da Universidade Federalista de São Paulo (Unifesp).
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“Fechamos convénio para o envio de 100 milhões de doses da vacina em três lotes. O número se baseia na campanha de vacinação contra a influenza no Brasil. O primeiro lote deve chegar na primeira quinzena de dezembro, com 15,2 milhões de doses, e o segundo terá o mesmo número de aplicações e chega entre dezembro em janeiro. O terceiro lote, de 70 milhões de doses chega entre março e abril. Se todos os estudos derem notório, nós iremos iniciar a campanha de vacinação em dezembro”, afirmou o secretário em entrevista à CNN.
Os testes da vacina no Brasil começaram no término do mês de junho. Murado de 5 milénio voluntários participarão dos testes. Medeiros explica que os primeiros grupos a receberem a vacina serão os idosos, aqueles com comorbidades e os profissionais da saúde da risca de frente. Segundo ele, o Ministério da Saúde já está mobilizando suas equipes para montar uma estratégia de emprego das vacinas para “não fabricar pânico nem tumulto” na população para que seja um processo seguro.