12 fatos sobre traição que todo par deveria saber

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12 fatos sobre traição que todo par deveria saber 1


As formas porquê as pessoas se relacionam mudaram ao longo dos anos. Tanto é que, para muita gente, o significado de traição não diz mais reverência ao vestimenta do seu parceiro ou parceria se relacionar fisicamente com outra pessoa. Por isso, a termo infidelidade pode valer coisas diferentes – vai depender da visão de cada um.

A própria ciência estuda essas características, tentando entender o que leva as pessoas a serem infiéis e quando elas possuem uma tendência maior para trair seus companheiros. Em diversas pesquisas, psicólogos e cientistas identificaram alguns elementos sobre o que as pessoas consideram porquê traição, porquê elas reagem a essa situação e porquê conseguem se reerguer depois uma engano amorosa.

O resultado de alguns desses estudos foi listado pelo site Business Insider, e aquém destacamos os principais pontos desses relatórios.

traição

1. Pessoas que dependem economicamente do parceiro têm uma tendência maior a traí-lo

Um estudo de 2015, que entrevistou 2.8 milénio pessoas com idades entre 18 e 32 anos, sugere que uma pessoa que depende economicamente de outra tem mais chances de trair o parceiro do que aquelas que dividem as despesas. A coisa é pior para o lado dos homens: muro de 15% daqueles que são completamente dependentes financeiramente de suas esposas costumam traí-las, contra somente 5% de mulheres dependentes dos homens.

Outro oferecido interessante do mesmo estudo é que homens que ganham até 70% a mais do que suas esposas são menos propensos a traí-las. O inverso também acontece, mas as mulheres não se sentem tentadas a qualquer momento.

2. A pessoa se sente dissemelhante dependendo do gênero da pessoa com quem seu parceiro a trai

Uma segunda pesquisa, também do ano de 2015, constatou que homens e mulheres podem ter sentimentos diferentes com base no gênero da pessoa com quem eles traíram. Ao perguntar aos entrevistados porquê eles se sentiam sobre isso, os homens ficaram mais inclinados a terminar um relacionamento se a parceira o traísse com outro varão. Em contrapartida, ficaram mais propensos a reconsiderar se a traição acontecesse com outra mulher.

As mulheres também disseram que se sentiriam mais bravas se os parceiros as traíssem com alguém de um sexo dissemelhante. Mas, estariam mais propensas a terminar o relacionamento se a traição fosse com outro varão.

3. As pessoas acreditam que todo mundo trai, exceto o próprio parceiro (a)

Em mais um estudo de 2015, um grupo de estudantes universitários afirmou que 42% das pessoas de seu sexo oposto tinham chances de trair o atual parceiro. Mas nessa porcentagem os próprios estudantes não se incluíam: para eles, todas as pessoas traem, menos os próprios companheiros. Nesse caso, exclusivamente 5% disse confiar que eles já traíram, e outros 8% de que são grandes as chances de traição no horizonte.

4. Homens heterossexuais têm mais susto de infidelidade sexual. As mulheres, da infidelidade emocional

Uma pesquisa de 2013 descobriu que a maioria dos homens heterossexuais ficaria chateada se sua parceira tivesse um relacionamento físico com outra pessoa, mas que o impacto seria menor se ela se apaixonasse por outra pessoa. Em contrapartida, as mulheres pensaram o contrário: elas ficariam abaladas se os homens gostassem de outra pessoa, mas não se tivessem feito sexo com ela.

5. Homens têm mais tendência a trair em datas festivas

Em 2014, os pesquisadores analisaram as atividades no site de traição Ashley Madison. A desenlace foi a seguinte: homens têm mais chances de procurar casos extraconjugais perto de datas comemorativas, porquê aniversários, por exemplo. Isso fica ainda pior se for uma sarau que termina no número nove – no caso, ao virar dos 19 para 20 anos, dos 29 para 30 anos, e por aí vai. Também...

foi observada essa tendência em mulheres, mas o efeito era menor.

6. Genética pode influenciar a verosimilhança de você trair

Não que isso possa ser usado porquê desculpa, mas uma pesquisa sugere que certas pessoas são biologicamente mais propensas a serem infiéis, sendo essa influência de 40% nas mulheres e 62% nos homens. Em um estudo da Universidade de Queensland, os cientistas descobriram que a infidelidade era mais generalidade entre pessoas que tinham tipos específicos de genes receptores dos hormônios ocitocina e vasopressina. Levante último está diretamente relacionado a comportamentos sociais, incluindo crédito, empatia e vínculo sexual.

7. Sim, é provável perdoar uma traição

Isso também é muito pessoal e depende de pessoa para pessoa. Mas sim, é provável salvar o relacionamento mesmo em seguida uma das partes ser infiel. Desde que se sigam algumas diretrizes: 1) o traidor precisa sentir qualquer remorso e querer mudar seu comportamento; 2) a pessoa traída precisa ter certeza que o parceiro (a) parou de pular a muro; e 3) quem foi traído deve tentar evitar fazer muitas perguntas sobre o que aconteceu entre o traidor e a outra pessoa.

8. Traição emocional é cada vez mais generalidade

A infidelidade emocional se tornou tão generalidade quanto a traição física. É o que aponta um estudo recente, que descobriu que murado de 45% dos homens e 35% das mulheres admitiram ter um relacionamento emocional, de sentimento, com outra pessoa. Para efeito de confrontação, a porcentagem é menor (20%) do que as pessoas que admitem ter um relacionamento físico.

9. As mulheres traem tanto quanto os homens

Um relatório publicado na New York Magazine verificou que, apesar da infidelidade já ter sido considerada por muito tempo alguma coisa individual dos homens, agora ela é de igual para igual entre homens e mulheres. A revista cita um estudo de 2011, no qual murado de 23% dos homens e 19% das mulheres em relacionamentos heterossexuais afirmaram já terem traído seus parceiros.

10. Nos EUA, jovens traem menos do que os mais velhos

Uma estudo do Instituto de Estudos da Família nos Estados Unidos descobriu que americanos com 55 anos ou mais são os que mais têm chances de ter relações fora do enlace, em confrontação com os mais jovens. É justamente o oposto do que acontecia no início dos anos 2000, quando americanos mais velhos disseram ter traído menos.

11. Moralidade é o principal fator que impede pessoas casadas de trair

Em 2017, um estudo publicado no Journal of Sex Research pediu que os participantes indicassem as razões mais importantes pelas quais uma pessoa não seria infiel a seu parceiro. Foram entrevistadas muro de 400 pessoas que moravam em Israel, com idades entre 24 e 60 anos, e todos estavam casados há pelo menos um ano e tinham no mínimo um fruto.

Os quatro principais motivos listados pelos entrevistados foram: moralidade, efeitos sobre as crianças, pânico de permanecer sozinho e a opinião das outras pessoas. Os participantes mais religiosos foram mais propensos a referir a moralidade e a preocupação com outras pessoas entre as razões para permanecerem fiéis. Enquanto isso, pessoas sem nenhuma crença responderam que o maior temor era o de ficarem sozinhas.

12. Quem traiu uma, trai duas, três, quatro vezes

Quem faz uma, faz duas vezes. Esse é o resultado de um estudo de 2017, que acompanhou quase 500 adultos com relacionamentos heterossexuais, homossexuais e bissexuais. Os pesquisadores pediram aos participantes que relatassem se já tinham sido infiéis e se sabiam ou suspeitavam que seus parceiros também foram infiéis.

Em conferência com as pessoas que disseram não trair seus parceiros, aqueles que relataram terem traído no primeiro relacionamento tiveram três vezes mais chances de declarar que continuavam traindo em um segundo relacionamento. E o mesmo vale para o outro lado da moeda: os participantes que disseram ter sido traídos no primeiro namoro tiveram duas vezes mais chances de serem traídos no segundo relacionamento.

Manancial: Business Insider





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